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15 de nov. de 2013

Há coisas dignas de ser esperadas


                         
Sucedeu, depois destas coisas, que Deus provou a Abraão, dizendo-lhe: Abraão! E este respondeu: Eis-me aqui. Prosseguiu Deus: Toma agora teu filho; o teu único filho, Isaque, a quem amas; vai à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um dos montes que te hei de mostrar. (Gênesis 22:1-2). Mas ele sabe o meu caminho; se ele me provasse, sairia eu como o ouro. ( Jó. 23 10).  Muitas vezes falamos em que é necessário confiar em Deus e creio que esta atitude testifica a respeito da nossa fé. Mas até onde esta afirmação tem sido uma realidade em nossas vidas? E até que ponto temos entendido a voz de Deus nos pedindo para confiarmos nele, mesmo em meio as dificuldades e provações da vida? “Há coisas dignas de ser esperadas” e estas coisas são as que dizem respeito à vontade de Deus. No tempo oportuno Deus cumprirá suas promessas sobre nossas vidas, entretanto precisamos nutrir intimidade com Deus para que possamos aprender a ouvir a sua voz a nós falar, de tal maneira que de forma alguma venhamos ser enganados pelos ruídos do inimigo. Quando lemos sobre a história de Abraão uma das coisas que nos salta aos olhos é sobre a sua fé em Deus, porém percebemos que esta fé foi por diversas vezes colocada à prova e acredito que Deus fez isso não para descobrir algo sobre o que se passava no coração de Abraão, mas para aperfeiçoar a ele de tal maneira que Abraão fosse intimo de Deus de tal maneira de não se confundir quando Deus lhe falava. Por meio deste processo Abraão aprendeu a confiar e a obedecer a Deus, por meio daquilo que sofreu e vivenciou ele foi aperfeiçoado e se demonstrou digno da promessa que Deus lhe fez. Aprendemos com a história de Abraão que não pode haver limite à dedicação espiritual e a obediência do homem, que deve incluir até o sacrifício, obviamente Deus não nos pede sacrifícios de animais nem de coisas e tão pouco algo parecido com o que pediu a Abraão, pois a Palavra diz: "Acaso tem o Senhor tanto 
prazer em holocaustos e em sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? A obediência é melhor do que o sacrifício, e a submissão é melhor do que a gordura de carneiros (1 Samuel 15:22), é Paulo disse: Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional(Romanos 12:1). Portanto uma coisa e falar em confiar em Deus e obedecer a Ele. Mas é outra coisa atender ao Senhor na hora da prova e da tristeza. A lição que aprendemos com o texto de hoje é que: Deus nos testa não para descobrir algo sobre nós, mas para que nós possamos aprender algo sobre ele.

Quero terminar com este poema de (Russell Champlin)
Senhor, disse eu,
Jamais eu poderia matar um meu semelhante;
Crime de tal grandeza cabe a um selvagem somente,
E o crescimento venenoso da mente maligna,
Ato alienado dos mais indignos.
Senhor, disse eu,
Jamais eu poderia matar um meu semelhante,
Um ato horrível de raiva sem misericórdia,
Punhalada irreversível de inclinações perversas,
Ato não imaginável de plano ímpio.
Disse o Senhor a mim:
Uma palavra sem afeto lançada contra vitima que odeias,
É um dardo abrindo feridas de dores cruéis.
A bisbilhotice corta o homem pelas costas,
Um ato covarde que não podes retirar.
Ódio no teu coração, ou inveja levantando sua horrível cabeça
É um desejo secreto de ver alguém morto.
Pr Aimoré Costa
Boletim Informativo nº 62

28 de set. de 2013

A Solidariedade de Deus

"Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém..." (Rm 8:26).


Todos nós temos fraquezas! Somo incapazes de viver vitoriosamente a partir de nossos próprios esforços e recursos. Somos limitados, contingentes. Por mais obstinados que sejamos e realizadores ainda assim fica evidente que somos fracos. Os livros de autoajuda estão sempre nos desafiando a encontramos em nós a força que temos adormecida dentro de nós para nos tornarmos vitoriosos e capazes de todas as grandes realizações. No entanto, a Palavra de Deus ensina que não somos fortes. A força não vem de dentro, mas do alto, de cima, de Deus. Temos fraquezas em várias áreas da vida. Temos fraquezas físicas, emocionais, morais, existenciais e espirituais. Somos constantemente atropela- dos por essas fraquezas. Tropeçamos nas próprias pernas. Somos esma-gados pelo rolo compressor dessas debilidades que nos assaltam e nos humilham debaixo de suas botas.Quantas vezes já prometemos a nós mesmos que venceríamos determinados hábitos, evitaríamos determinados pecados e romperíamos com determinadas práticas, para logo depois sermos flagrados repetindo essas mesmas coisas? Quantas vezes já nos desesperamos da própria vida, achando que jamais conseguiríamos conviver com nossas mazelas? Quantas pessoas, asfixiadas pelas crises, não conseguem enxergar uma luz de esperança no túnel do tempo e se atiram no abismo do suicídio porque não conseguem superar suas fraquezas? E importante ressaltar que a maior fraqueza consiste na confiança infundada em nossa pretensa força. Diz o apóstolo Paulo que, quando somos fortes, aí é que somos fracos. A nossa ruína está no fato de confiar em nossa força. Não há perigo mais avassalador do que viver alicerçado nesta ilusão de que somos fortes. Aqueles que confiam em seus próprios recursos são os que naufragam, pois a soberba precede a ruína. A altivez é a ante-sala da queda. Na verdade, somos fracos. Temos fraquezas morais profundas. Muitas vezes, combatemos nos outros aquilo que praticamos. Censuramos nos outros aquilo que agasalha­mos no coração. Da mesma maneira, nossa fraqueza espiri­tual é evidente. Sempre que tentamos ostentar uma fachada de piedade, estamos, na verdade, escondendo nossa mediocridade. Quando proferimos palavras carregadas de religiosidade em tom presunçoso, muitas vezes estamos trajando a capa do farisaísmo. Aos olhos de Deus, nossa pretensa força é fraqueza consumada, e nossa justiça própria, como trapos de imundícia. A teologia que ensina que o homem tem a força, que o homem é um ser divino em miniatura, que o poder para uma vida bem-aventurada emana de dentro do próprio homem é uma falácia. Todo homem tem os pés de barro. Todos temos nosso calcanhar de Aquiles. Todos temos fraquezas. A lenda grega diz que Tétis segurou seu filho Aquiles pelo calcanhar para mergulhá-lo num rio do Egito, cujas águas o tornariam invencível. Tétis queria contrariar um oráculo que dizia que seu filho morreria na guerra de Tróia. Muitos anos depois, numa batalha, ele foi morto com uma flecha cravada no calcanhar, exatamente o ponto que não fora imerso no rio. Essa lenda retrata a verdade de que todos somos vulneráveis. Não há nenhum ser humano poderoso, autossuficiente, capaz de triunfar sobre o mal sustentado em sua própria força ou virtude. Deus conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Um fato glorioso que merece ser destacado é o de que Deus não nos abandonou nem virou seu rosto por nossas fra-quezas. Não desistiu de nós por nosso fracasso. Não nos esmagou nem nos esbofeteou ao flagrar-nos na contramão de sua vontade. Não nos rejeitou nem nos condenou ao ver-nos caídos. Não nos deixou entregues a nossa própria sorte. Não sentiu nojo de nossa imundícia. Não escondeu seu rosto santo de nós por nossa feiúra existencial. Não nos desamparou, não esmagou a cana quebrada nem apagou o pavio que fumega. O apóstolo Paulo diz que o Espírito nos assiste em nossas fraquezas. Ele se solidariza com o sofrimento humano. Nosso Deus é sensível, amoroso e sofre conosco. Ele se encurva para descer até nós e carregar nosso fardo pesado. Quando nos sentimos cansados, nos toma no colo. Fortalece-nos quando nossa sensação é de fraqueza. Deus nos consola quando a tristeza nos encurrala, e alivia a nossa carga quando o peso da vida nos pressiona além da conta.
Boletim nº58

Maravilhosa Graça

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” 
(Efésios 2:8-10)
Philip Yancey afirma em seu livro “Maravilhosa Graça” que as palavras têm a tendência de se estragar com o passar do tempo como carne deteriorada. Entretanto, ele diz, que a palavra Graça como termo teológico expressivo não se corrompeu. Ele a chama de “a última palavra perfeita” porque todos os usos que se conse- gue encontrar para ela retém um pouco da gloria original. Por ser ele um escritor Norte Americano, disse que é ela, a Graça, é quem sustenta sua “orgulhosa civilização americana” fazendo-os lembrar de que todas as coisas boas não vêm de nossos próprios esforços, e sim pela graça de Deus. Para ele embora com todo avanço Secular, as raízes princi- pais de sua Nação ainda se estendem para a graça. E demonstra como essa palavra é utilizada: Muitas pessoas “dão graças” antes das refeições, reconhecendo diariamente o pão como dádiva de Deus. Diz ele. Somos gratos pela a bondade de alguém, sentimo- nos gratificados com boas notícias, congratulados quando temos sucesso, graciosos hospedando amigos. Quando uma pessoa nos serve bem, deixamos uma gratificação. Na Inglaterra, alguns usos evidenciam explicitamente a fonte teológica da palavra. Os súditos britânicos dirigem-se à realeza uti- lizando a expressão “Sua Graça”. Os estudantes das universidades Oxford e de Cambridge podem “receber uma graça” que os isenta de certas exigências acadêmicas. O Parlamento declara um “ato de graça” para perdoar um criminoso.Philip Yancey afirma também que aprendemos a respeito de uma palavra com o seu antônimo. Palavras como “caiu em desgraça” quando se comete um erro. “Seu ingrato” quando se tem o desejo de insultar uma pessoa apontando a carência de graça. Ou, pior ainda, dizemos: “Você é uma desgraça”. Alguém realmente desprezível que não tem “a menor graça”. Palavras como Xaris Xarisma, (karis, karisma) são cheias de significados para nós cristãos, carregam a essência do evangelho, pois nos fazem saber, que toda a manifestação de Deus em prol da sua criatura, o homem a mulher, é presente imerecido, é dom gratuito, é graça. Pensar teologicamente é caminhar em direção, à compreensão de que somos todos frutos da graça de Deus. E que a nossa condição humana hoje, nos tornam ainda mais dependentes dela. Teologizar talvez seja buscar compreender a graça de Deus, em um mundo sustentado por essa graça, e que tão pouco é agradecido por Ela. Por isso manifesta-se muito pouco em graça. Só é grato quem compreendeu a graça! Manifesta a graça, corações motivados pelo o Deus da Graça.
Pr. Aimoré Costa
Boletim nº55

Simão filho de João, tu me amas?


“Assim, após tomarem o desjejum, Jesus questionou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais que estes outros?” Respondeu ele: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo.” Jesus o encarregou: “Cuida dos meus cordeiros.” 
(Jo 21: 1-3, 15-17)
Dias atrás me peguei cantando uma música que dizia: “Me faltam palavras para expressar o meu amor por ti Senhor...” de repente fui confronta- do com a pergunta Aimoré tu me amas? Confesso que fiquei sem pala- vras, ao mesmo tempo que comecei a refletir no que estava cantando e me entristeci. Pois eu sempre tive grande dificuldade de dizer, “eu te amo” para alguém, se isso não fosse algo que eu estivesse realmente sentindo. Sempre tive a concepção de que declarar; eu te amo, para alguém é o resultado de um sentimento profundo e verdadeiro, algo meio incontrolável. É você ser movido pelo desejo de esta junto, ter admiração, desejar fazer feliz a pessoa amada e quando alguém te perguntar por que você faz isso ou sente isso a única resposta mais próxima deste sentimento é “eu a amo!” Alguém pode dizer: “ah mais isso não é amor é paixão”! Mas, entendo que uma paixão saudável faz parte do amor e isso não apenas num relacionamento entre um homem e uma mulher, mas, entre eu e meu próximo, porquanto, acredito que a paixão não diz respeito apenas à sexualidade, porém creio que ela é o grande fogo impulsionador de muito das nossas atitudes, e realizações, portanto amor tem que ter paixão. Por tudo isso, quando Deus me pergunta: “tu me amas”? Tendo em vista o pouco do que eu entendo o que é amar, a única resposta que eu posso dar com sinceridade é a mesma que Pedro deu: “Senhor tu sabes que eu apenas gosto de ti!” Porque assim como Marta eu estou mais preocupado com os afazeres periférico do que com a necessidade de te contemplar,te adorar e te ouvir como fez Maria, e tu mesmo dissestes ela escolheu a melhor coisa. (Lc 10. 38-42). Porque assim como Pedro que se deixou levar pela desmotivação e preferiu ir pescar ao invés de perseverar nas tuas palavras e no teu comissionamento assim sou eu. (Jo 21.3). Porque assim como aqueles homens que ficaram arranjando justificativas para não responder ao teu chamado assim também o faço. (Lc 9.59-62). E muitas vezes me pareço mais com Judas do que com o discípulo amado. Contudo eu te glorifico, porque tu me amas incondicionalmente e queres me restaurar, assim como fizeste com Pedro que te negou por três ve- zes, o perdoando e o transformando em um homem que te amou e viveu para ti. “Senhor tu sabes que eu apenas gosto de ti, mas me ensina te amar”
Pr. Aimoré Costa
Boletim nº54

Estudo sobre Adoração



Propósito deste estudo: Levar a igreja a uma reflexão séria acerca do assunto, e incentivar uma tomada de atitude, para que a mesma viva uma adoração genuína a Deus. O que se entende como adoração??? Definição e propósito da Adoração
“Adoração é a atividade de glorificar a Deus em sua presença com nossa voz e com nos- so coração.” (Wayne Gruden) Nessa definição podemos observar que adorar é um ato que glorifica a Deus. Apesar de se esperar que todos os aspectos de nossa vida glorifiquem a Deus, a definição especifica que adoração é algo que fazemos especialmente quando estamos na presença de Deus, quando estamos conscientes que cultuamos de coração e quando o louvamos com a voz e dele falamos para que outros o ouçam. (Cl. 3.16) Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração. Portanto, adorar é uma expressão direta do nosso principal propósito na vida de “glorificar a Deus e gozá-lo plena e eternamente” (Is. 43.7). Direi ao norte entegue-os! E ao sul: Não os retenhas. De longe tragam os meus filhos, e dos confins da terra as minhas filhas; todo o que é chamado pelo meu nome, a quem criei para minha gloria, a quem formei e fiz. Quando refletimos sobre isso, devemos lembrar que Deus é digno de adoração e de que nós não somos. (Ap. 22. 8-9) Eu, João, sou aquele que ouviu e viu estas coisas. Tendo-as ouvido e visto, caí aos pés do anjo que me mostrou tudo aquilo, para adorá-lo. Mas ele me disse: “Não faça isso! Sou servo como você e seus irmãos, os profetas, e como os que guardam as palavras deste livro. Adore a Deus!” É por essa razão que Deus é Zeloso de sua própria honra, a qual ele corretamente busca. Ele diz: “Eu sou o Senhor teu Deus, Deus zeloso” (Êx. 20.5) e “Minha glória, não dou a outrem” (Is. 48.11).
Porque Deus é digno de adoração e quer ser adorado, tudo em nossos cultos de adoração deve ser planejado e feito não para chamar a atenção para nós mesmo nem para trazer-nos glória, mas sim para chamar atenção para Deus e para levar as pessoas a pensarem a respeito dele. (Ap. 4. 11) 10 os vinte e quatro anciãos se prostram diante daquele que está assentado no trono e adoram aquele que vive para todo o sempre. Eles lançam as suas coroas diante do trono, e dizem: 11 “Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas”. Ou seja, muitas vezes nos questionamos a respeito de como vai ser lá no céu, como é que iremos viver lá? Eu não sei como vai ser, no entanto, alguns relatos bíblico de pessoas que tiveram visões e revelações, falam que os seres que lá vivem estão em continua adoração a Deus, daí pode se ter a ideia da importância da adoração e como isso faz diferença para em nosso relacionamento com Deus. A adoração genuína nos traz muitos benefícios e a igreja deve procurar adorar a Deus de uma forma verdadeira e intensa.
As consequências da adoração genuína
Alegramo-nos em Deus: (At. 2: 46-47; Lc. 24: 52-53; Ap.4: 8; Sl. 27: 4) Porque a presença de Deus nos alegra, traz-nos, paz ao coração, nos motiva e fortalece nossa fé.
 Aproxima-nos de Deus: (Hb. 9: 1-7; 10: 19-20; 12: 18-24; Tg.4:8; 2Cr. 5: 13-14; Sl. 22:3) Porque Deus habita em meio aos louvores, quando esses são entoados com vozes, palmas, instrumentos, mas  principalmente quando acrescentando com atitude de um coração grato e humildemente reverente a Deus. Deus alegra-se em nós: (Gn. 1: 31; Is. 62: 3-5; Sf. 3: 17) Desde o principio Deus se alegrou na sua criatura, porém a queda do homem afastou o homem Dele nos colocando numa situação de reprovação. No entanto quando nos arrependemos, e nos voltamos para Deus e o adoramos em espírito e verdade Ele se alegra em nós.
 Deus ministra a nós: (1Co. 14: 26; Cl. 3: 16; Ef. 5: 5:19; Hb. 10: 24-25; 4:16; 1Pe. 2: 5; 2Co.3: 18) Quando nos achegamos a Deus com o coração contrito e quebrantado Ele ministra a nós e nos restaura e nos edifica.
Os descrentes sabem que estão na presença de Deus: (1Co. 14: 23, 25; At. 2: 11) Quando Deus se manifesta no meio da igreja todos os presentes são tocados pelo quebrantar do seu Espírito e reconhecem sua condição de pecador. Os inimigos do Senhor fogem: (2Cr. 20: 21-22) O louvor genuíno quebra cadeias, liberta e faz com que as forças malignas fujam. Tamanho poder!
 Conclusão: (Jo.4: 23-24; Lc. 1: 46-47; Is. 6: 3; 1Jo. 4: 20; Mt. 5:8; 1Tm.2:8) “A adoração é uma atitude espiritual e precisa ser efetuada pelo poder do Espírito Santo em nós.” (Wayne Grudem)
 Para que o Espírito Santo atue em nossas vidas precisamos estar com nossos corações puros e disponíveis para a ação de Deus.
Boletim nº52

O camponês e o Guerreiro

“Há caminhos que ao ser humano parecem ser as melhores opções de vida, mas ao final conduzem à morte".(Pv 14: 12)
Conta-se que na China, na época em que vivia Confúcio, um camponês que morava à beira de uma estrada no alto da montanha no ducado de Lu teve, certa vez, um encontro inusitado. Ele estava trabalhando em sua roça quando avistou uma quadriga que se aproximava. Eram quatro cavalos do tipo que o camponês nunca tinha visto: fortes, altos, pelos liso e brilhante. A quadriga era conduzida por um forte guerreiro, que de pé sobre o carro de guerra controlava os cavalos. Chegando próximo ao camponês, o guerreiro parou a quadriga e perguntou-lhe: Qual é o caminho que leva ao reino de Chou? O camponês, ainda admirando a maravilha do carro e sua quadriga, ia começar a dizer que o guerreiro precisava fazer meia-volta, pois Chou ficava justamente na direção oposta àquela que ele estava andando. O guerreiro nem deixou o camponês falar e começou a elogiar seus cavalos: Estás vendo estes animais? Não existem no mundo cavalos iguais a estes, tão fortes, tão saudáveis, tão bem domados. Com eles posso andar três dias sem descanso. Posso colocar o peso que quiser em cima do carro que eles aguentam puxar. Nada consegue deter estes animais. E o camponês, olhando com atenção os animais de fato inigualáveis, ia dizendo que o guerreiro precisava tomar o caminho aposto, mas foi logo interrompido, estás vendo as rodas do meu carro? Feitas com a melhor madeira mais nobre e resistente que conheço.O entalhador de madeira que as fez levou anos para deixá- las assim tão perfeitas. Na verdade, com estas rodas em meu carro, não temo estrada alguma. Podem vir buracos, pedras, alagadiços, fendas ou inclinações: nada é capaz de quebrar ou enviesar estas rodas. O camponês observa que as rodas são realmente um primor. Entalhadas sem qualquer defeito. Redondas como que por natureza. E ia dizer que o guerreiro devia tomar a direção contrária, quando este começou a falar de seu carro. E observe meu carro de guerra: nele sinto-me preparado para qualquer batalha. É feito de tal madeira que estou sempre bem equilibrado, as peças são todas encaixadas perfeitamente e foi pensado em tudo: o lugar para amarrar as rédeas, para colocar minha provisão, para guardar a espada, o escudo, a lança. Não, aqui não falta nada. E observe a testada de madeira: feita para aguentar qualquer tranco no campo de batalha. O camponês olhou os detalhes e viu que nada ali estava fora do lugar. Realmente invejável. E quando ia dizer que o caminho a ser tomado era o oposto, o guerreiro despediu-se dizendo:- Não, quem tem uma quadriga e um carro assim, não teme nada. E tocou seus cavalos, saindo em disparada. E o camponês gritou em vão: - Mas Chou fica na direção contrária.
(Histórias para dinamizar Reunioes; Volney J. Berkenbrock; Ed. Vozes; 2a edição)
Boletim nº48

6 de ago. de 2013

Quanto vale mais um dia?


“Caminhando Jesus e os seus discípulos, chegaram a um povoado onde certa mulher chamada Marta o recebeu em sua casa. Maria, sua irmã, ficou sentada aos pés do Senhor, ouvindo a sua palavra. Marta, porém, estava ocupada com muito serviço. E, aproximando-se dele, perguntou: "Senhor, não te importas que minha irmã tenha me deixado sozinha com o serviço? Dize-lhe que me ajude!" Respondeu o Senhor: "Marta! Marta! Você está preocupada e inquieta com muitas coisas; todavia apenas uma é necessária. Maria escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada".(Lc10:38-42) Quanto vale mais um dia? Foi a pergunta que me fiz durante toda esta semana tendo em vista as atividade do evento que realizamos o (Link) cujo tema central era questionar e se tivéssemos apenas 5 dias para viver; qual o valor de um único dia? Nestes seis dias somando com o dia de abertura deste evento foi surpreendido por Deus de diversas formas, tanto com o tempo ou clima destes dias, com as palavras proferidas pelos preletores, e mais ainda pelas as vidas transformadas durante este tempo. Confesso que demorou um pouco para que eu pudesse ver a ação de Deus nos pequenos detalhes; por que a minha expectativa era que algo de grandioso acontecesse, com centenas de pessoas enchendo a igreja, inclusive os membros da igreja, mas Deus resolveu agir de maneira diferente o que me fez lembrar do texto de 1 Reis 19:9-13 “Ali entrou numa caverna, onde passou a noite. E eis que lhe veio a palavra do Senhor, dizendo: Que fazes aqui, Elias? Respondeu ele: Tenho sido muito zeloso pelo  Senhor Deus dos exércitos; porque os filhos de Israel deixaram o teu pacto, derrubaram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada; e eu, somente eu, fiquei, e buscam a minha vida para ma tirarem. Ao que Deus lhe disse: Vem cá fora, e põe-te no monte perante o Senhor: E eis que o Senhor passou;  e um grande e forte vento fendia os montes e despedaçava as penhas diante do Senhor, porém o Senhor não estava no vento; e depois do vento um terremoto, porém o Senhor não estava no terremoto; e depois do terremoto um fogo, porém o Senhor não estava no fogo; e ainda depois do fogo uma voz mansa e delicada. E ao ouvi-la, Elias cobriu o rosto com a capa e, saindo, pôs-se à entrada da caverna. E eis que lhe veio uma voz, que dizia: Que fazes aqui, Elias?” Muitas vezes a nossa expectativa para ver o agir de Deus é que algo pirotécnico, assombroso aconteça e não percebemos que Deus esta falando de maneira mansa e  delicada dando-nos resposta para os nossos questionamentos. Aprendi um pouco mais de Deus nestes seis dias frios e chuvosos. Aprendi que não há lugar melhor para está, se não na Sua presença e ser impactado pela a sua Palavra, aprendi que podemos está tão preocupados ou ansiosos ao ponto de que podemos  está der repente, perdendo o melhor da festa, aprendi que não há o que me justifique quando negligencio a vontade de Deus para minha vida. Aprendi que optar por Jesus faz meu dia se encher de significado.  Já disse o salmista: “Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios”. (Salmos 84:10). Eis ai então a resposta  para a nossa pergunta; Quanto vale mais um dia?

Pr. Aimoré Costa

20 de jul. de 2013

POR QUE SIM? POR QUE NÃO?


“A resposta correta está muitas vezes na pergunta certa!”
“Ele, de noite, procurou a Jesus e lhe disse: “Rabi, sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode fazer esses sinais que estás realizando, se Deus não estiver com ele.” Jesus respondeu-lhe, declarando: “Em verdade, em verdade te asseguro que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” (Jo 2:23 - 3:12). Muitas vezes somos pegos de surpresa, e até mesmo ficamos desconcertados, pela aquela criança que se aproxima de nós e desfere um bombardeio de perguntas. A surpresa é pela a curiosidade da criança e desconcertados (ou em maus-lençóis) é pelo tipo de pergunta, que não poucas vezes foge do comum entre crianças da mesma idade. É natural consideramos tais crianças como inteligentes ou no mínimo curiosas demais, entretanto acredito que elas são motivadas pela intenção de conhecer o mundo ao seu redor, de encontra respostas para as coisas que observam, que ouvem e realizam; querem entender o sentido do que estão vivendo, então, as perguntas são naturais e diretas. Nós adultos poderíamos às vezes aprender com estas crianças a fazer perguntas, pois acredito que na maioria das vezes não encontramos respostas para as nossas dificuldades porque não perguntamos. Quem sabe, com medo de nos expor, de sermos considerados ignorantes e fracos; ou até mesmo por não queremos receber uma resposta que não gostaríamos de ouvir. E se perguntamos, quase sempre nossas perguntas, não são, objetivas, naturais, sinceras e diretas. É evidente que todos nós temos dificuldades, pois vivemos num mundo decaído (1Jo 5:19), e que somos pecadores e nossos pecados trazem consequências ruins (1Jo 1:8; Nm 12:11). “Mas se quisermos encontrar soluções para as nossas dificuldades devemos fazer as perguntas certas; a nós mesmos e a Deus.”  Muitas vezes chegamos diante de Deus com subterfúgios, quando na verdade deveríamos nos apresentar diante dele com perguntas certas e sinceras. Isso demonstra a nossa falta de consciência a respeito do caráter e realidade de Deus. Deus sabe o que somos, o que pensamos, e o que necessitamos (Salmos 139) e tem a resposta certa para a nossa real dificuldade, Ele vai nos responder segundo o que realmente é o nosso problema. O que precisamos entender é que; “quando fazemos a pergunta errada não entendemos a resposta certa, vinda da parte Deus.” Por isso, é importante sabermos, que, mais do que fazer perguntas desnecessárias precisamos nos apresentar diante de Deus com a pergunta certa; e quem sabe já não encontraremos a resposta dentro de nós mesmos.

Pr. Aimoré Costa


12 de mai. de 2013



“Dou graças a Deus, a quem desde os meus antepassados sirvo com uma consciência pura, de que sem cessar faço menção de ti em minhas súplicas de noite e de dia; e, recordando-me das tuas lágrimas, desejo muito ver-te, para me encher de gozo; trazendo à memória a fé não fingida que há em ti, a qual habitou primeiro em tua avó Loide, e em tua mãe Eunice e estou certo de que também habita em ti. (2 Timóteo 1:3-5)”

Hoje comemoramos o dia das mães, um dia especial pois lembramos de uma pessoa fundamental em nossas vidas, não há de se questionar a importância do papel da mãe na vida de um filho. Todos nós compreendemos que muito do que somos reflete os ensinos de nossos pais; as palavras brandas, mas não poucas vezes também duras nos educaram e formaram muito do nosso caráter. Acredito que em tempos em que se tentam desfigurar o ceio familiar, aquilo que Deus criou e que reflete o Seu caráter relacional precisa ser zelado. A Bíblia diversas vezes nos fala da importância da família, diz que os filhos são: “...herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade. (Salmos 127:3-4)” em Provérbios a Bíblia fala da importância das palavras de ensino dos pais e é necessário que os filhos se atentem: “Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes a prudência.(Pv 4:1)”. “Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe,”(Pv 1.8). Tudo isso ressalta o que é necessário para que um lar seja saudável, ou seja, pai e mãe que orientam seus filhos com palavra de sabedoria vinda da parte de Deus e filhos que tomam estas palavras e trazem para suas vidas com o objetivo de aprende-las e aplica-las. Por isso neste dia de comemoração tão especial em homenagem ao dia das mães, quero motivar a você mamãe a continuar ensinando seu filho no caminho do Senhor, para aquelas que ainda não são mães, mas que almejam, sonham em um dia ser; lembrem-se seus filhos irão ser muito daquilo que vocês transmitirem a eles. Portanto transmita graça, misericórdia, mas também palavras de exortação e de ensino no temor do Senhor.
Pr. Aimoré costa


3 de abr. de 2013

Viva a vida!


“Isaias 53”

É muito comum vermos nas campanhas publicitárias frases como esta “Viva a vida” ou “Viva Feliz” entre outras que nos sugerem uma vida sem igual a partir da conquista do produto oferecido. Estes produtos pode ser o carro do ano, uma residência em determinado condomínio, um apartamento bem localizado.O que me chama atenção nestas campanhas são as cenas na maioria das vezes compostas por famílias muito felizes, jovens felizes levando uma vida feliz, porque conquistaram tais produtos. A impressão que eu tenho quando vejo estas propagandas é que somente se vive verdadeiramente quando se adquiri estas mercadorias, ou seja, a partir do momento que você conquista estes produtos você terá uma família eternamente feliz, você será um jovem eternamente feliz; até que seja lançado o próximo produto no mercado; dai então a tua vida já não será mais a mesma. O preocupante disso tudo é que muitas vezes vivemos acreditando em tudo isso, afinal de contas, as imagens são bem convincentes. E por acharmos que tais conquistas jamais estarão perto de serem realizadas por nós, deixamos de viver ou perdemos o prazer em viver. A partir destas frustações nos sobrevêm todo tipo de males psicológicos e emocionais tão comuns em nosso século, tais como: depressão, síndrome das mais diversas e o tão famoso estresse. O que mais me choca é não percebemos que tudo isso não são suficientes para nos propiciar “Vida”. Somos enganados! E pior de tudo é que sequer damos conta disto. Disse Jesus: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundancia. Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.” (Jo 10: 10,11) Precisamos sair deste engano. A verdadeira vida não está em coisas, mas em Jesus Cristo! O mundo tenta desviar nossos olhos, nos oferecendo coisas para que realmente não venhamos enxergar isto. Por mais que tenhamos necessidade de coisas, nenhuma delas será suficiente para nos gerar a vida que Jesus proporciona a nós. Hoje é um grande dia para nós cristãos, é o dia em que comemoramos nossa vida verdadeira conquistada por Jesus na Cruz do Calvário, ela só não é verdadeira, como também é eterna. Jesus ressuscitou! Sua ressureição é a conquista da vida sobre a morte, para aqueles que Nele creem. Por isso, jubilem, alegrem-se, regozijem-se, celebrem a verdadeira vida em Cristo Jesus, até o dia da sua volta. “E eles ficaram com os olhos fixos no céu enquanto ele subia. De repente surgiram diante deles dois homens vestidos de branco, que lhes disseram: "Galileus, por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado ao céu, voltará da mesma forma como o viram subir". Atos 1:10-11” Por isso “Viva a Vida!” Jesus Voltará!
Pr. Aimoré costa

24 de mar. de 2013

LIVRE-SE DA CULPA!!

“Deus glorifica a si, por meio da cura que realiza em nossa vida!”

“Jesus respondeu: “Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que as obras de Deus fossem reveladas na vida dele...” (Jo 9: 1-7). Muitas vezes, vivemos uma vida atormentada pelos fantasmas do passado. Não é raro nos sentirmos culpados por esse, ou por aquele erro; cometido por nós ou por nossos entes, tendo em vista as consequências que estes erros nos trazem. Obviamente a Bíblia nos deixa claro que os nossos pecados têm consequências e por isso ela nos adverte, para que nos arrependamos o quanto antes, para nos ver livres da culpa, do julgo do pecado. Uma vez perdoados por Jesus Cristo estamos livres. Definitivamente livres! Então, porque nos maltratamos com sentimento de culpa; Muitas vezes atribuindo circunstâncias da vida como castigos divino; e da mesma forma, nos culpamos pelas más escolha e pelos os erros das pessoas com quem convivemos e amamos. Quando isso acontece pensamos: Deus está nos castigando! Jesus nos libertou, para sermos verdadeiramente livres! “E conheceis a verdade, e a verdade vos libertará.” (Jo 8: 32) Precisamos entender o caráter de Deus para compreendermos o seus agir. (Ez 18: 1-4) Deus não imputa pecado dos pais ao filho, e tão pouco dos filhos aos pais. Vejo em Deus um amor tão misericordioso e entendo que é seu desejo nos ver curados de tudo aquilo que nos traz aflições. Deus quer te curar integralmente! Você crer nisso? Talvez você esteja agindo como os discípulos de Jesus em nosso texto de hoje. Querendo saber quem é o culpado por você sofrer tanto. Mas eu gostaria que você mudasse o foco, ou seja, não ficasse tentando saber quem é culpado pelas suas aflições, porém se perguntasse o eu posso fazer para me ver livre delas. Em nosso texto Jesus cura o cego de nascença,mas exige dele um passo de fé, quando lhe manda lavar-se no tanque de Siloé, ele precisava crer nas palavras de Jesus e obedecer aquilo que Senhor lhe ordenara para ser curado; ele obedeceu e foi curado e começou a enxergar. Jesus Cristo pode te curar! Não só fisicamente, como também emocionalmente. Você crer nisso? Se você crer; entregue as suas aflições, sentimento de culpa, seus pecados, suas mágoas e angustias nas mãos do Senhor Jesus. O homem do nosso texto não enxergava Jesus, mas creu. Você não esta vendo Jesus, mas crê que ele pode te curar? Do versículo 35-38 o texto relata o encontro de Jesus com o homem curado e Jesus lhe pergunta: “Acreditas tu no filho do homem?” O homem respondeu: Quem é Ele, Senhor, para que possa nele crer? E Jesus lhe assegurou: “Tu o estás vendo. É este que te fala.” Então o declarou o homem: Senhor, eu creio!” E prostrando-se diante de Jesus, o adorou. Talvez sejam estas dificuldades que você esta passando que esteja impedindo você de ver a glória de Deus e de conhecer verdadeiramente a Cristo. Entregue tudo aquilo que tem te cegado espiritualmente e veja o quanto Deus é glorioso e merecedor de todo nosso louvor e adoração! Lembre-se! “Deus glorifica a si, por meio da cura que realiza em nossa vida!”




Pr. Aimoré Costa

QUERO SER COMO CRIANÇA!



“...Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus.” (Mt 18.1-6)Quando éramos crianças sonhávamos com o dia em que nos tornaríamos adultos. Para conquistar a nossa independência, para realizar os sonhos almejados, para conquistar a profissão tão sonhada, para mudar o mundo e para viver um grande amor. Pensávamos! Quando eu crescer tudo vai ser diferente! Vou realizar tudo o que eu quero! Como é triste constatar que crescemos e que neste processo, quão diferentes nos tornamos, daquela criança inocente cheia de sonhos entusiasmada que acreditava que tudo era possível. É lamentável constatar que a dureza da vida nos tenha tirado; a doçura, a ingenuidade, a simplicidade, a pureza e até mesmo a capacidade de sonhar e crer. Talvez você esteja pensando; é natural que seja assim, pois a vida adulta nos torna assim, além do mais, eu sou adulto agora e tenho que abandonar toda a ingenuidade de quando criança. Creio que ser adulto traz responsabilidades que são inevitáveis e mudanças também, o apóstolo Paulo já disse: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino” (1Co 13.11), ou seja, há de se ter uma maturidade condizente com os teus anos de vida. Entretanto, acredito que nessa luta que temos travado para nos tornar fortes para vida, acabamos por aniquilar, virtudes e atitudes que são inerentes ao ser humano em qualquer estágio da sua vida. Ter doçura, ser cortês, humilde, simples, puro, manter uma capacidade saudável de sonhar e crer, são inerentes ao “ser humano” ao “ser criado por Deus”. Penso ser por este motivo que Jesus disse: “...Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus.” (Mt 18.3). Precisamos nos tornar como crianças para aprender viver a vida planejada por Deus para cada um de nos: “Ingenuidade é um estado de espírito natural da criança, uma condição espontânea do início da vida. Tudo é novo e há de ser descoberto, pela ingenuidade nos aventuramos, confiamos, testamos e aprendemos. E o objetivo final é: aprender”. Com sabedoria precisamos confiar, aprendermos e provarmos as promessas de Deus. Precisamos nos tornar como crianças para com humildade reconhecermos nossa dependência de Deus. Temos que ser humildes suficientes para que reconheçamos que não podemos viver uma vida longe dos cuidados do Senhor. Precisamos nos tornar como crianças para viver uma vida santa. Ser como criança e ter uma vida com ausência de malícia, mas cheia de ternura e pureza. Finalmente, precisamos ser como crianças para com sinceridade abrir nossos corações ao Senhor nosso Deus e amá-lo com um amor genuíno puro e sincero.

Pr. Aimoré Costa

(*cito: Adriana Tanese Nogueira, Psicóloga, filósofa, mestre em ciências da religião)

9 de mar. de 2013

EVANGELISMO, A MISSÃO URGENTE DA IGREJA!




“Ao que Jesus lhe asseverou: ‘Ninguém que coloca a mão no arado, e fica contemplando as coisas que deixou para trás, é apto para o Reino de Deus’” (Lc 9: 62)

Então, o carcereiro pediu luz, correu para dentro e, trêmulo, atirou-se aos pés de Paulo e Silas. Em seguida, conduzindo-os para fora, rogou-lhes: “Senhores, o que preciso fazer para ser salvo?” Eles, prontamente lhe afirmaram: “Crê no Senhor Jesus, e assim serás salvo, tu e os de tua casa!” (At. 16:29-31). Talvez esta tenha sido a pergunta que a maioria de nós se fez quando ouviu pela primeira vez o Evangelho. O que preciso fazer para ser salvo? Creio que esta é uma pergunta natural quando chegamos à conclusão de que somos pecadores e consequentemente mortos, perdidos e longe da graça de Deus. Queremos entender o que nos é necessário fazer para sair desta situação de morte; o que é necessário para sermos salvos. Foi esta a atitude o carcereiro, e talvez não tenha sido diferente conosco. É interessante perceber como a resposta de Paulo e Silas foi categórica: Crê no Senhor Jesus! Se analisarmos friamente esta resposta podemos dizer que é extremante fácil alcançar a salvação; basta apenas Crer em Jesus! Entretanto, no consiste; crê no Senhor Jesus? Quais as implicações de crer Nele? E como haveremos de crer? Estas perguntas são relevantes, porque nem todo aquele que diz crer no senhorio de Cristo será salvo; o próprio Cristo afirma isto em Mateus 7: 21: “Nem todo aquele que diz a mim: ‘Senhor, Senhor!’ Entrará no Reino dos Céus, ...” com isto já podemos afirmar que crer em Jesus não é algo puramente externo, o simples falar que crer, não configura o “Crê no Senhor Jesus” afirmado por Paulo e Silas. Jesus ainda em Mateus 7:21 diz que: “Entrará no Reino dos Céus... somente o que faz a vontade de meu Pai, que esta no céu.” Então podemos entender que crer, pressupõe uma “disposição no intimo” para obedecer a Deus, fazer a Sua vontade, o que nos leva a algumas implicações. Se crer em Jesus é uma disposição para obediência e praticar a sua vontade, então os salvos, são reconhecidos por uma “obediência pratica”. Tiago já falara disso e diz: “De que adianta, meus irmãos, alguém proclamar sua fé, se não tem obras? Acaso essa fé pode salvá-lo?” (Tg 2:14). Estas poucas considerações já nos são suficientes para entendermos que “crê no Senhor Jesus” não consiste em meras palavras, Tiago afirma ainda: “Crês, tu, na existência de um único Deus? Fazes bem! Até mesmo os demônios creem e tremem! (Tg 2:19). É necessário entendermos com tudo isso, que chegamos à fé, a crer em Jesus Cristo e consequentemente a Salvação por intermédio do anuncio da Palavra de Deus, pela proclamação do Seu Evangelho. O apóstolo Paulo em Romanos 10:13-15 afirma: Porque: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo!” No entanto, como invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram falar? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: “como são maravilhosos os pés dos que anunciam boas novas!” Eu vim a crer porque alguém me anunciou o Evangelho, e me sinto numa responsabilidade eterna por ter recebido tal graça de ser um proclamador deste Evangelho da Graça de Deus. Muitos de vocês tiveram uma experiência parecida com a minha. Muitos outros chegarão a crer por intermédio de muitos de nós. Portanto dediquem-se com urgência a proclamação do Evangelho da salvação. 
Pr. Aimoré Costa

11 de fev. de 2013

Obedeça; e Não Aborreça!!


“Então Moisés levantou a mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saiu água copiosamente, e a congregação bebeu, e os seus animais. Pelo que o Senhor disse a Moisés e a Arão: Porquanto não me crestes a mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso não introduzireis esta congregação na terra que lhes dei. Números 20:1-13”

Talvez a maioria de nós já tenha a compreensão de que o que Deus espera de nós é confiança e obediência, estas duas virtudes juntas traduz-se em fé; e em Hebreus 11:6 diz: “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.” Obedecer sempre foi o grande problema do homem. Sempre que alguém nos exige obediência, na maioria das vezes não consentimos se oferecer resistência, talvez nem sempre de forma externa, mas no intimo. Isso acontece por causa da nossa autonomia, da nossa liberdade e não queremos ser privados delas; o que acaba nos fazendo atrelar obediência com privação e proibição. “A obediência (do latim obedire = obedecer) pode ser classificada como uma das virtudes e se define como um comportamento pelo qual um ser aceita as ordens dadas por outro. O termo obediência, tal como a ação de obedecer, conduz da escuta atenta à ação, que pode ser puramente passiva ou exterior ou, pelo contrário, provocar uma profunda atitude interna de resposta.” Gosto desta definição porque, em primeiro lugar ela classifica obediência como virtude e depois porque ela diz que obedecer é uma ação. Deus deseja que possamos desenvolver essa virtude no que se refere a sua Palavra. O grande detalhe é que não devemos confundir “obedecer” com “aborrecer” este foi o grande pecado de Moisés e que lhe custou caro; a sua desobediência e um orgulho motivado pela ira, não lhe permitiu entrar com o povo de Deus na terra prometida. O seu pecado lhe privou de ver realizada a promessa de Deus, o que poderíamos dizer; ser o seu sonho durante toda a sua peregrinação no deserto. Em Números 12:3 está escrito: “Agora o homem Moisés era mui manso, acima de todos os homens que estavam sobre a face da terra.” Entretanto, ele caíra daquilo em que era considerado mais forte; a “mansidão”, e se aborreceu com o povo. Deus quer que a nossa obediência, independa daquilo que as pessoas pensam ou nos fazem sentir, quando Ele nos pede obediência devemos obedecer e ponto final. Desobediência é pecado! E não há justificativas para esta atitude perante Deus. Seja um líder ou não, pecar contra Deus acarreta em consequências, porém “glória a Deus” por Jesus Cristo, pois nele temos um fiel advogado e como está escrito em 1João 2.1: “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.” Que nos perdoa dos nossos pecados, mas não nos livra das consequências dele. Portanto sejamos todos prudentes, tendo uma sincera disposição para a obediência e todo um cuidado para não aborrecer a Deus. 


Quero Seguir a Jesus?



“Então Jesus declarou aos seus discípulos: “Se alguém deseja seguir-me, negue a si mesmo, tome sua cruz e me acompanhe.” (Mt 16:21-28)



Tenho compreendido que nós cristãos temos feito um grande esforço para entender o que significa seguir a Jesus. Todas nossas buscas teológicas, todas nossas concepções doutrinárias revelam o esforço que temos feito para que definitivamente tenhamos um real discernimento do que esse “seguir Jesus” significa. Isso pode se revela como algo muito bom, pois essa busca pela verdade nos protege dos erros de heresias subversoras que corrompem a fé. Entretanto devemos tomar o cuidado para que isso não se torne o meio em si, da nossa espiritualidade, ou seja, a finalidade da nossa da vida espiritual em torno apenas do que a “letra” diz. Entendo que quando temos a compreensão do significado do “seguir Jesus”, cabe-nos a pergunta: Quero realmente seguir a Jesus? A resposta a essa pergunta é crucial, para que eu realmente venha gozar das consequências desse trilhar, desse seguir, os passos do Senhor Jesus. Foi mais ou menos, essa resposta que Jesus esperou, daquele jovem rico de Mateus 19; poderíamos dizer que aquele jovem ficou sabendo qual era a consequência de seguir a Jesus, pois: “Jesus disse a ele: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá o dinheiro aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me.” (Mt. 19:21). Sabemos qual foi a resposta daquele jovem, mas qual tem sido a minha reposta ao convite, ao chamado de “siga-me” que Jesus Cristo têm nos feito. Se tenho entendido a relevância e as implicações do que é seguir a Jesus, como eu tenho respondido a esse chamado? Jesus têm nos chamado para a morte, mas ao mesmo tempo que ele nos chama para a morte, também nos chama, para vencer a morte. Pois foi pela sua morte e ressureição que ele propiciou a verdadeira vida; a “vida eterna” para aqueles que o seguem. Ao seguir Jesus trilhamos o caminho da “Cruz para morte”, mas também o da “Ressureição para vida eterna”. Qual tem sido a tua resposta ao chamado “siga-me!” de Jesus? 


Pr. Aimoré Costa

                  


26 de jan. de 2013

O Grande Dia da Festa

“No último dia, o mais solene dia da festa, Jesus colocou-se em pé e clamou em pranto: “Se alguém tem sede, deixai-o vir a mim para que beba. Aquele que crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.” Mas Ele se referiu ao Espírito que, mais tarde, receberiam os que nele cressem; pois o Espírito Santo até aquele momento não fora concedido, porque Jesus não havia sido glorificado. Então, muitos dentre a multidão, quando ouviram essas palavras, disseram: “Verdadeiramente este é o Profeta.” Outros concluíram: “Este é o Messias.” Mas, alguns divergiram: “Como pode o Cristo Vir da Galiléia? (Jo 7:37-41)




Não pode haver nada melhor do que uma grande celebração! Um grande dia de festa entre amigos e familiares. Festejar o aniversário, a conquista, o nascimento do bebê, a aprovação na faculdade, o casamento etc... é muito bom! Nestes momentos nos divertimos, damos risadas, cantamos, dançamos, comemos e bebemos; porque o que mais queremos é celebrar. Talvez, seja nestes momentos que achamos que a vida tenha realmente valor. É interessante pensar, que, festejar é algo realmente bom, pois vemos nas Escrituras Sagrada que o próprio Deus instituiu algumas festas para o seu povo; Deuteronômio 16:16:“Três vezes no ano todo o homem entre ti aparecerá perante o SENHOR teu Deus, no lugar que escolher, na festa dos pães ázimos, e na festa das semanas, e na festa dos tabernáculos; porém não aparecerá vazio perante o SENHOR”. Creio que a intensão de Deus era que por meio das festas, o povo guardasse no coração e na mente toda a realização e cuidado de Deus para com eles e demonstrassem gratidão. Entretanto, todos nós sabemos, que toda festa por mais duradoura que seja uma hora acaba e muitas vezes a realidade pós-festa é bem diferente de uma celebração. E não raras vezes a disposição que era de alegria e jubilo dão lugar a sentimentos de tristeza e dor. Acredito que Deus quer nos ver felizes, não apenas com uma alegria passageira, momentânea, mas felizes de tal maneira que independente da situação que estejamos, possamos ainda assim achar motivos para jubilar. A salvação em Cristo Jesus é grande fonte dessa alegria. O Dr. Werner de Boor comentando João 7.38 disse: “Em toda a Bíblia constitui uma regra fundamental de Deus; que ele em parte alguma concede sua maravilhosa dádiva apenas para a bênção e felicidade da própria pessoa do receptor, mas que sempre tem na mira o serviço eficaz contínuo a favor de outros. E esse serviço não é um fardo nem uma restrição deprimente da graça, e sim o ápice maior. Não apenas ter saciada a própria sede, mas ser fonte para outros, não apenas beber, mas poder saciar a sede de outros, não somente receber vida, mas dar vida adiante, isso constitui de fato o cumprimento mais glorioso de um anseio por vida plena.” Ser salvo e gozar de uma vida plena, essa vida traz alegria plena entretanto como o próprio Cristo falou ela tem que fluir como rios de água viva. 


Pr. Aimoré Costa





12 de jan. de 2013

Não Deixe sua Fé Esfriar.


Para esfriar, basta da fonte se afastar! “Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Não apagueis o Espírito; não desprezeis as profecias, jugai todas as coisas. Retende o que é bom;  Abstende-vos de toda espécie de mal.”  1 Tessalonicenses 5:16-22. Neste período nossa cidade é tomada por um grande número de pessoas, que vem pra cá para desfrutar das belas praias de nossa querida ilha. Com o calor que tem feito nestes dias nada melhor que desfrutar de um banho refrescante em uma das 42 praias de Florianópolis, é um verdadeiro paraíso. Entretanto nem sempre o clima de nossa cidade é tão convidativo, no inverno temos temperaturas tão baixas que deixam qualquer um desejando um bom chocolate quente em frente de um fogão a lenha, de uma fogueira ou de uma lareira para poder aquecer seus pés quase congelados pelo frio. Nesta época de frio intenso o que mais queremos é nos manter aquecidos para ter vigor e ânimo para realizar as atividades diárias. Em dias de temperaturas extremamente baixas, percebemos quanto mais próximos das fontes de calor estivermos, mais animados, mais entusiasmados a realizar atividades ficamos. Assim também é em relação a Deus, o quanto mais próximos estivermos dele, mais aquecidos somos pelo seu imenso amor e pela ação do seu Santo Espírito. A consequência disto; desta proximidade, é que seremos cheios de vigor, ânimo, entusiasmo de alegria e ações de graças, para perseverarmos em nossa caminhada de fé e na realização das boas obras do Seu reino. Não deixe a sua fé esfriar! Assim como o apóstolo Paulo exortou os tessalonicenses dizendo: “Não apagueis o Espírito.” Quero incentivá-los a não permitir que o Espírito do Senhor seja apagado pelo desânimo; muito pelo contrário, dê vigor às chamas da sua fé com a alegria, a oração e a gratidão. E lembrem-se! Quanto mais próximos estamos da fonte de calor mais aquecidos estaremos. Jesus é a fonte de vida que jamais se apaga! Ele pode aquecer nossa fé, nos dá ânimo e todo vigor que necessitamos. Se estamos esfriando em nossa fé, não é porque a fonte de calor esta se esgotando, mas porque estamos nos afastando dela. “Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos.” (Is 57.15). Estas são palavras de um Deus vivo e verdadeiro, que não pode mentir. Ele esta sempre junto dos que o buscam em humildade de coração pra lhes fortalecer e vivificar o coração. 

Pr. Aimoré Costa

11 de jan. de 2013

Intimidade com Deus.


“Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:1-2” Meditar sobre intimidade no sentido restrito das relações humanas já é algo bastante complexo. No entanto, quando refletimos na relação do ser humano com Deus, essa intimidade torna- se ainda mais complexa. Não em relação a Deus com o ser humano, pois o Senhor, desde sempre almejou ser intimo do ser humano, conforme registram inúmeras passagens da Bíblia Sagrada, e sim em relação a nós para com Deus. A etimologia da palavra intimidade é o termo latino “intìmus, a, um” (o mais recôndito; o âmago, o mais secreto), que pode exprimir a ideia sobre aquele a quem se é bem achegado por laços afetivos.  Diante deste contexto, podemos depreender que o significado da palavra baseia-se num relacionamento ligado por afeição e confiança. Portanto, a intimidade não se compra nem se ganha, mas se conquista. Sendo assim, como poderemos ter intimidade como Deus? Buscando conhecer a sua vontade, para cada área de nossa vida, e querendo nos comprometer com ela. E qual é a vontade de Deus para nossa vida, a fim de termos intimidade com o Pai? A Epístola aos Romanos, capítulo (12. 1-2), pode nos dar algumas respostas. Neste texto Paulo inicia suplicando aos cristãos romanos uma total consagração de suas vidas a Deus ele diz: “Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus...” , ou seja, que a igreja de Jesus situada em Roma, se relacionasse intimamente com o Pai. De igual maneira, o Senhor exige de cada um de nós, servos d’Ele, a mesma atitude para este tempo: uma atitude de intimidade com Ele, pois o texto nos apresenta, em primeiro lugar, as condições para termos intimidade com Deus; depois nos indica princípios seguros para essa intimidade; e o resultado que essa intimidade com Deus pode nos proporcionar. Termos intimidade com Deus numa sociedade tão comprometida com o pecado é o meio pelo qual poderemos conhecer; experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus, resultado esse, que, com certeza, mudará os nossos dias, para glória de Deus. 

“Base texto revista Vida Cristã: Breve olhar sobre intimidade como Deus; Pr. Jorge Luís Silverio; 1ª IB Vila Camarim, Queimados”






10 de jan. de 2013

Advento do Senhor.


Esta semana fiquei impressionado ao ouvir em um noticiário que alguns fãs da cantora Madona estavam a mais de quarenta dias acampados em frente ao estádio do Morumbi aguardando o dia do show que aconteceu na última quarta feira. Outra noticia que me chamou a atenção foi a grande mobilização da torcida Corintiana em solidariedade ao seu time que viajou para o Japão para disputar o mundial. O que mais me impressionou foi a imensa; pra não dizer gigantesca, turba, que invadiu o Aeroporto Internacional de Guarulhos, na expectativa de que o time retorne com o tão sonhado titulo. Ao ouvir estas noticias pensei logo em um artigo que li esta semana que falava sobre o Advento (vinda) dizia o artigo: “O Advento é uma ocasião anual de espera paciente, de expectativa esperançosa, de introspecção, e de observância de calendário marcada por muitas igrejas, famílias cristãs, e seguidores individuais de Jesus.” O advento é um período que varia entre 22 a 29 dias, dependendo do dia em que cai o quarto domingo que antecede o natal, é uma forma comemorativa que muitas famílias e igrejas usam para celebrar a primeira vinda do Senhor Jesus. “Cristãos de todo o mundo têm suas maneiras diferentes de celebrar o Advento. Alguns acendem velas. Alguns cantam canções. Alguns comem doces. Alguns dão presentes. Algumas penduram grinaldas. Muitos de nós fazemos todos os itens acima. Cristãos têm desenvolvido ótimas maneiras de estender a celebração da vinda de Jesus para além das curtas 24 horas de 25 de dezembro. A encarnação do Filho de Deus, “por nós, homens, e para a nossa salvação”, como diz o antigo credo, é algo muito grande para ser apreciado em apenas um dia. Na verdade, é algo que o cristão comemorará por toda a eternidade”. O advento é uma tradição dos cristãos e pelo que tenho observado tem perdido o valor para nós (em nossa realidade local) talvez seja por isso que o nosso Natal tem significado mais consumismo do que esperança em Cristo Jesus. Talvez seja por isso que outros símbolos extremamente estranhos ao natal de Jesus, tenham tido maior destaque nesta época. Não sou adepto ao tradicionalismo exacerbado, mas entendo que algumas tradições nos identificam como cristãos e talvez o advento seja uma delas. Pessoas gastam tempos preciosos da sua vida na expectativa de ver a vinda de seus ídolos, na expectativa de ver seu time de futebol ganhar o tão esperado titulo de campeão; celebram a esperança de algo que até mesmo ainda não aconteceu. O advento prolonga a celebração de algo maravilhoso que já aconteceu, a primeira vinda de Jesus Cristo, um marco na história da nossa salvação e faz aumentar a nossa esperança no segundo advento que é o dia do Senhor o dia em que Ele virá em “Poder e Glória” para regatar os seus santos. Maranata Senhor!
Pr. Aimoré Costa
(citação sobre advento do artigo Boas novas de alegria Ed.Fiel)


ADVENTO DO SENHOR
Versículo para meditar
“Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo.” – João 17:24
Pergunta para meditar
O que Jesus quer neste Natal?

Há Esperança.



“Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.” (2Pe 3.13)


A cada início de ano somos tomados novas expectativas, observamos as possibilidade de um ano inteiro pela frente e pensamos: Este ano vai ser possível, colocarei em prática tudo o que deixei de realizar no ano anterior. O simples fato de podemos olhar para frente dos nossos dias e termos expectativas de realizações, já nos deixa felizes. Esta é a dinâmica da vida, somos movidos por sonhos a serem realizados, pela a expectativa de realizações que nos tragam motivos pelo qual viver. Deus veio a este mundo com a intenção de gerar esperança, expectativas em nossos corações, não apenas para cada fim de ano, mas gerá-las em nossos corações diariamente. E melhor de tudo isso é que Deus já nos permite fazer um “teste-drive”. Ele só não gera a esperança, porém faz-nos desfrutar desde agora de parte daquilo que ainda está por vir. Quando temos intimidade com Deus desfrutamos desde já da glória prometida por nosso Deus, não precisamos aguardar dias intermináveis para desfrutar das suas promessas, muito pelo o contrário, mesmo em dias difíceis, adversos nos é possível desfrutar do “novo céu e nova terra” pela justiça de Deus revelada em Jesus Cristo para nós, hoje! Não espere o início do próximo ano ou o fim de um outro, para ter esperança em Cristo Jesus. Comesse a vivê-la agora tendo Jesus como o seu salvador.

VIVA A ESPERANÇA!

“O nome dela é Jesus Cristo!”

Feliz 2013!

Pr. Aimoré Costa