15 de nov. de 2013

Há coisas dignas de ser esperadas


                         
Sucedeu, depois destas coisas, que Deus provou a Abraão, dizendo-lhe: Abraão! E este respondeu: Eis-me aqui. Prosseguiu Deus: Toma agora teu filho; o teu único filho, Isaque, a quem amas; vai à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um dos montes que te hei de mostrar. (Gênesis 22:1-2). Mas ele sabe o meu caminho; se ele me provasse, sairia eu como o ouro. ( Jó. 23 10).  Muitas vezes falamos em que é necessário confiar em Deus e creio que esta atitude testifica a respeito da nossa fé. Mas até onde esta afirmação tem sido uma realidade em nossas vidas? E até que ponto temos entendido a voz de Deus nos pedindo para confiarmos nele, mesmo em meio as dificuldades e provações da vida? “Há coisas dignas de ser esperadas” e estas coisas são as que dizem respeito à vontade de Deus. No tempo oportuno Deus cumprirá suas promessas sobre nossas vidas, entretanto precisamos nutrir intimidade com Deus para que possamos aprender a ouvir a sua voz a nós falar, de tal maneira que de forma alguma venhamos ser enganados pelos ruídos do inimigo. Quando lemos sobre a história de Abraão uma das coisas que nos salta aos olhos é sobre a sua fé em Deus, porém percebemos que esta fé foi por diversas vezes colocada à prova e acredito que Deus fez isso não para descobrir algo sobre o que se passava no coração de Abraão, mas para aperfeiçoar a ele de tal maneira que Abraão fosse intimo de Deus de tal maneira de não se confundir quando Deus lhe falava. Por meio deste processo Abraão aprendeu a confiar e a obedecer a Deus, por meio daquilo que sofreu e vivenciou ele foi aperfeiçoado e se demonstrou digno da promessa que Deus lhe fez. Aprendemos com a história de Abraão que não pode haver limite à dedicação espiritual e a obediência do homem, que deve incluir até o sacrifício, obviamente Deus não nos pede sacrifícios de animais nem de coisas e tão pouco algo parecido com o que pediu a Abraão, pois a Palavra diz: "Acaso tem o Senhor tanto 
prazer em holocaustos e em sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? A obediência é melhor do que o sacrifício, e a submissão é melhor do que a gordura de carneiros (1 Samuel 15:22), é Paulo disse: Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional(Romanos 12:1). Portanto uma coisa e falar em confiar em Deus e obedecer a Ele. Mas é outra coisa atender ao Senhor na hora da prova e da tristeza. A lição que aprendemos com o texto de hoje é que: Deus nos testa não para descobrir algo sobre nós, mas para que nós possamos aprender algo sobre ele.

Quero terminar com este poema de (Russell Champlin)
Senhor, disse eu,
Jamais eu poderia matar um meu semelhante;
Crime de tal grandeza cabe a um selvagem somente,
E o crescimento venenoso da mente maligna,
Ato alienado dos mais indignos.
Senhor, disse eu,
Jamais eu poderia matar um meu semelhante,
Um ato horrível de raiva sem misericórdia,
Punhalada irreversível de inclinações perversas,
Ato não imaginável de plano ímpio.
Disse o Senhor a mim:
Uma palavra sem afeto lançada contra vitima que odeias,
É um dardo abrindo feridas de dores cruéis.
A bisbilhotice corta o homem pelas costas,
Um ato covarde que não podes retirar.
Ódio no teu coração, ou inveja levantando sua horrível cabeça
É um desejo secreto de ver alguém morto.
Pr Aimoré Costa
Boletim Informativo nº 62

28 de set. de 2013

Os Dons Espirituais

OS DONS ESPIRITUAIS, DÁDIVAS DE DEUS À IGREJA.
Os dons espirituais são uma dádiva de Deus à sua igreja. Dádivas do Pai (1Co 12.6), dádivas do Filho (1Co 12.5) e dádivas do Espírito Santo (1Co 12.7). Os dons espirituais são uma capacitação especial para o desempenho de um serviço ou ministério. Não há nenhum membro do corpo de Cristo sem dons e nenhum membro do corpo possui todos os dons. Os dons espirituais não são distribuídos pela igreja, mas pelo Espírito Santo, conforme sua vontade e seus propósitos soberanos (1Co 12.11). O apóstolo Paulo usou quatro verbos-chaves que ilustram a soberania de Deus na distribuição dos dons espirituais. O Espí- rito Santo distribui (1Co 12.11), Deus dispõe (1Co 12.18), Deus coordena (1Co 12.24) e Deus estabelece (1Co 12.28). Do começo ao fim Deus está no controle. É Deus quem estabelece o corpo e quem coloca cada membro do corpo e distribui cada dom a cada pessoa conforme o seu propósito e soberana vontade. Do começo ao fim Deus está no controle. É isso que Paulo ensina à igreja. O propósito dos dons, portanto, não é para a exaltação de quem o exerce, mas para o serviço aos demais membros do corpo e tudo para a glória de Deus. Quando Paulo fala da mutualidade do corpo, exorta a igreja sobre quatro questões importantes: Em primeiro lugar, o perigo do complexo da inferioridade. Paulo escreve: “Se disser o pé: porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo. Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser” (1Co 12.15,16). Quando alguém reclama de não ter este ou aquele dom espiritual, está questionando a sabedoria de Deus. Isso é questionar a unidade do corpo. Nenhum membro da igreja deve se comparar nem se contrastar com outro membro da igreja. Você é único. Você é singular no corpo. Deus colocou você no corpo como lhe aprouve.Em segundo lugar, o perigo do complexo de superioridade. O apóstolo Paulo afirma: “Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós. Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários” (1Co 12.21,22). A igreja de Deus não tem espaço para dis- puta de prestígio. A igreja não é uma feira de vaidades. Nenhum membro da igreja pode envaidecer-se pelos dons que recebeu, pois tudo que temos, recebemos de Deus e ninguém pode vangloriar-se por aquilo que recebeu (1Co 4.7). Em terceiro lugar, a necessidade da mútua cooperação. Paulo ainda prossegue em seu argumento: “Para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros” (1Co 12.25). A igreja é como uma família. Na igreja cada um está buscando meios e formas de cooperar, de ajudar, de abençoar, de enlevar, de edificar a todos. O propósito do dom é para que não haja divisão no corpo. Você não está competindo nem disputando com ninguém na igreja, mas cooperando. Em quarto lugar, a necessidade de empatia na alegria e na tristeza. Paulo escreve: “De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam” (1 Co 12.26). A psicologia revela que é mais fácil chorar com os que choram do que se alegrar com os que se alegram. São poucas as pessoas que têm a capacidade de celebrar a vitória do outro. Precisamos aprender a ter empatia, a sofrer com os que sofrem e a nos alegrarmos com os que se alegram. Não estamos num campeonato dentro da igreja disputando quem é o mais talentoso, o mais dotado, o mais espiritual. Somos uma família, somos um corpo. Devemos celebrar as vitórias uns dos outros e chorar as tristezas uns dos outros.
Hernandes Dias Lopes
Boletim nº59

A Solidariedade de Deus

"Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém..." (Rm 8:26).


Todos nós temos fraquezas! Somo incapazes de viver vitoriosamente a partir de nossos próprios esforços e recursos. Somos limitados, contingentes. Por mais obstinados que sejamos e realizadores ainda assim fica evidente que somos fracos. Os livros de autoajuda estão sempre nos desafiando a encontramos em nós a força que temos adormecida dentro de nós para nos tornarmos vitoriosos e capazes de todas as grandes realizações. No entanto, a Palavra de Deus ensina que não somos fortes. A força não vem de dentro, mas do alto, de cima, de Deus. Temos fraquezas em várias áreas da vida. Temos fraquezas físicas, emocionais, morais, existenciais e espirituais. Somos constantemente atropela- dos por essas fraquezas. Tropeçamos nas próprias pernas. Somos esma-gados pelo rolo compressor dessas debilidades que nos assaltam e nos humilham debaixo de suas botas.Quantas vezes já prometemos a nós mesmos que venceríamos determinados hábitos, evitaríamos determinados pecados e romperíamos com determinadas práticas, para logo depois sermos flagrados repetindo essas mesmas coisas? Quantas vezes já nos desesperamos da própria vida, achando que jamais conseguiríamos conviver com nossas mazelas? Quantas pessoas, asfixiadas pelas crises, não conseguem enxergar uma luz de esperança no túnel do tempo e se atiram no abismo do suicídio porque não conseguem superar suas fraquezas? E importante ressaltar que a maior fraqueza consiste na confiança infundada em nossa pretensa força. Diz o apóstolo Paulo que, quando somos fortes, aí é que somos fracos. A nossa ruína está no fato de confiar em nossa força. Não há perigo mais avassalador do que viver alicerçado nesta ilusão de que somos fortes. Aqueles que confiam em seus próprios recursos são os que naufragam, pois a soberba precede a ruína. A altivez é a ante-sala da queda. Na verdade, somos fracos. Temos fraquezas morais profundas. Muitas vezes, combatemos nos outros aquilo que praticamos. Censuramos nos outros aquilo que agasalha­mos no coração. Da mesma maneira, nossa fraqueza espiri­tual é evidente. Sempre que tentamos ostentar uma fachada de piedade, estamos, na verdade, escondendo nossa mediocridade. Quando proferimos palavras carregadas de religiosidade em tom presunçoso, muitas vezes estamos trajando a capa do farisaísmo. Aos olhos de Deus, nossa pretensa força é fraqueza consumada, e nossa justiça própria, como trapos de imundícia. A teologia que ensina que o homem tem a força, que o homem é um ser divino em miniatura, que o poder para uma vida bem-aventurada emana de dentro do próprio homem é uma falácia. Todo homem tem os pés de barro. Todos temos nosso calcanhar de Aquiles. Todos temos fraquezas. A lenda grega diz que Tétis segurou seu filho Aquiles pelo calcanhar para mergulhá-lo num rio do Egito, cujas águas o tornariam invencível. Tétis queria contrariar um oráculo que dizia que seu filho morreria na guerra de Tróia. Muitos anos depois, numa batalha, ele foi morto com uma flecha cravada no calcanhar, exatamente o ponto que não fora imerso no rio. Essa lenda retrata a verdade de que todos somos vulneráveis. Não há nenhum ser humano poderoso, autossuficiente, capaz de triunfar sobre o mal sustentado em sua própria força ou virtude. Deus conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Um fato glorioso que merece ser destacado é o de que Deus não nos abandonou nem virou seu rosto por nossas fra-quezas. Não desistiu de nós por nosso fracasso. Não nos esmagou nem nos esbofeteou ao flagrar-nos na contramão de sua vontade. Não nos rejeitou nem nos condenou ao ver-nos caídos. Não nos deixou entregues a nossa própria sorte. Não sentiu nojo de nossa imundícia. Não escondeu seu rosto santo de nós por nossa feiúra existencial. Não nos desamparou, não esmagou a cana quebrada nem apagou o pavio que fumega. O apóstolo Paulo diz que o Espírito nos assiste em nossas fraquezas. Ele se solidariza com o sofrimento humano. Nosso Deus é sensível, amoroso e sofre conosco. Ele se encurva para descer até nós e carregar nosso fardo pesado. Quando nos sentimos cansados, nos toma no colo. Fortalece-nos quando nossa sensação é de fraqueza. Deus nos consola quando a tristeza nos encurrala, e alivia a nossa carga quando o peso da vida nos pressiona além da conta.
Boletim nº58

Maravilhosa Graça

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” 
(Efésios 2:8-10)
Philip Yancey afirma em seu livro “Maravilhosa Graça” que as palavras têm a tendência de se estragar com o passar do tempo como carne deteriorada. Entretanto, ele diz, que a palavra Graça como termo teológico expressivo não se corrompeu. Ele a chama de “a última palavra perfeita” porque todos os usos que se conse- gue encontrar para ela retém um pouco da gloria original. Por ser ele um escritor Norte Americano, disse que é ela, a Graça, é quem sustenta sua “orgulhosa civilização americana” fazendo-os lembrar de que todas as coisas boas não vêm de nossos próprios esforços, e sim pela graça de Deus. Para ele embora com todo avanço Secular, as raízes princi- pais de sua Nação ainda se estendem para a graça. E demonstra como essa palavra é utilizada: Muitas pessoas “dão graças” antes das refeições, reconhecendo diariamente o pão como dádiva de Deus. Diz ele. Somos gratos pela a bondade de alguém, sentimo- nos gratificados com boas notícias, congratulados quando temos sucesso, graciosos hospedando amigos. Quando uma pessoa nos serve bem, deixamos uma gratificação. Na Inglaterra, alguns usos evidenciam explicitamente a fonte teológica da palavra. Os súditos britânicos dirigem-se à realeza uti- lizando a expressão “Sua Graça”. Os estudantes das universidades Oxford e de Cambridge podem “receber uma graça” que os isenta de certas exigências acadêmicas. O Parlamento declara um “ato de graça” para perdoar um criminoso.Philip Yancey afirma também que aprendemos a respeito de uma palavra com o seu antônimo. Palavras como “caiu em desgraça” quando se comete um erro. “Seu ingrato” quando se tem o desejo de insultar uma pessoa apontando a carência de graça. Ou, pior ainda, dizemos: “Você é uma desgraça”. Alguém realmente desprezível que não tem “a menor graça”. Palavras como Xaris Xarisma, (karis, karisma) são cheias de significados para nós cristãos, carregam a essência do evangelho, pois nos fazem saber, que toda a manifestação de Deus em prol da sua criatura, o homem a mulher, é presente imerecido, é dom gratuito, é graça. Pensar teologicamente é caminhar em direção, à compreensão de que somos todos frutos da graça de Deus. E que a nossa condição humana hoje, nos tornam ainda mais dependentes dela. Teologizar talvez seja buscar compreender a graça de Deus, em um mundo sustentado por essa graça, e que tão pouco é agradecido por Ela. Por isso manifesta-se muito pouco em graça. Só é grato quem compreendeu a graça! Manifesta a graça, corações motivados pelo o Deus da Graça.
Pr. Aimoré Costa
Boletim nº55

Simão filho de João, tu me amas?


“Assim, após tomarem o desjejum, Jesus questionou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais que estes outros?” Respondeu ele: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo.” Jesus o encarregou: “Cuida dos meus cordeiros.” 
(Jo 21: 1-3, 15-17)
Dias atrás me peguei cantando uma música que dizia: “Me faltam palavras para expressar o meu amor por ti Senhor...” de repente fui confronta- do com a pergunta Aimoré tu me amas? Confesso que fiquei sem pala- vras, ao mesmo tempo que comecei a refletir no que estava cantando e me entristeci. Pois eu sempre tive grande dificuldade de dizer, “eu te amo” para alguém, se isso não fosse algo que eu estivesse realmente sentindo. Sempre tive a concepção de que declarar; eu te amo, para alguém é o resultado de um sentimento profundo e verdadeiro, algo meio incontrolável. É você ser movido pelo desejo de esta junto, ter admiração, desejar fazer feliz a pessoa amada e quando alguém te perguntar por que você faz isso ou sente isso a única resposta mais próxima deste sentimento é “eu a amo!” Alguém pode dizer: “ah mais isso não é amor é paixão”! Mas, entendo que uma paixão saudável faz parte do amor e isso não apenas num relacionamento entre um homem e uma mulher, mas, entre eu e meu próximo, porquanto, acredito que a paixão não diz respeito apenas à sexualidade, porém creio que ela é o grande fogo impulsionador de muito das nossas atitudes, e realizações, portanto amor tem que ter paixão. Por tudo isso, quando Deus me pergunta: “tu me amas”? Tendo em vista o pouco do que eu entendo o que é amar, a única resposta que eu posso dar com sinceridade é a mesma que Pedro deu: “Senhor tu sabes que eu apenas gosto de ti!” Porque assim como Marta eu estou mais preocupado com os afazeres periférico do que com a necessidade de te contemplar,te adorar e te ouvir como fez Maria, e tu mesmo dissestes ela escolheu a melhor coisa. (Lc 10. 38-42). Porque assim como Pedro que se deixou levar pela desmotivação e preferiu ir pescar ao invés de perseverar nas tuas palavras e no teu comissionamento assim sou eu. (Jo 21.3). Porque assim como aqueles homens que ficaram arranjando justificativas para não responder ao teu chamado assim também o faço. (Lc 9.59-62). E muitas vezes me pareço mais com Judas do que com o discípulo amado. Contudo eu te glorifico, porque tu me amas incondicionalmente e queres me restaurar, assim como fizeste com Pedro que te negou por três ve- zes, o perdoando e o transformando em um homem que te amou e viveu para ti. “Senhor tu sabes que eu apenas gosto de ti, mas me ensina te amar”
Pr. Aimoré Costa
Boletim nº54

Como Usar Adequadamente Seu Tempo

Efésios 5:16

Introdução: Um dos grandes problemas dos nossos dias tem sido uma suposta falta de tempo para realizar todas as coisas que gostaríamos de fazer. As coisas estão evoluindo de uma forma tão rápida, e tem exigido de nós essa mesma velocidade. Estamos sempre, muito sobrecarregados com as exigências do nosso trabalho, estudos, afazeres domésticos, mal temos tempo para o lazer, para nossa família, muito menos para Deus, ou seja, o nosso tempo é tão curto que precisaríamos de no mínimo, 48 horas por dia para tudo isso. Será que Deus se enganou nos dando apenas 24 horas diária? Ou será que temos sido negligentes no uso dessa grande dádiva recebida Dele, que é o tempo? São essas perguntas que nós vamos tentar responder através dessa reflexão. Saber se estamos usando com sabedoria o nosso tempo, tão precioso, e na maioria das vezes, nem nos damos conta disso.Uma definição de tempo: O tempo já foi definido como: “um intervalo durante o qual as coisas acontecem”. Então podemos deduzir que a qualidade da vida de uma pessoa se revela, pelo o que acontece durante esse intervalo. A parcela determinada pelas circunstancia: Há uma parcela do nosso dia que já são determinadas pelas circunstancias, como, horário de trabalho, hora de sono e o tempo gasto com as refeições. Fazendo-se um calculo temos em media, oito horas de sono, três horas gasta com as refeições e atividades sociais, dez horas para o transporte e trabalho, em cinco dias da semana, nos restando não menos que trinta horas semanais supostamente não planejadas. O que acontece a elas? Como usar bem o tempo restante? “O caráter e a carreira de um jovem, se determina, em grande parte, pela maneira, e com quem, ele gasta seu tempo livre”. J. Oswald Sanders. Embora a maioria de nós não esteja despontando para vida, essa é uma afirmação que tem grande valor, para nos levar, a refletirmos, se estamos gastando nosso tempo livre de maneira adequada. “Minutos e horas podem ser transformados em vida abundante e rica”. J. Oswald Sanders. Nós não podemos determinar as horas de trabalho, porque elas já foram determinadas para nós, com tudo podemos determinar o que faremos antes e depois. E a maneira com que usamos este tempo fará de nós uma pessoa medíocre, ou uma celebridade. Sendo assim as horas de lazer pode constituir uma oportunidade gloriosa, ou um perigo sutil. “Cada instante do dia é um presente de Deus, e deveria ser economizado avaramente, porque tempo é vida medida para nós, para o trabalho” J. Oswald Sanders. Nossas horas do dia continuaram a serem consumidas, mas, podem ser utilizadas produtivamente e com um propósito. O filósofo William James afirmou que a maior utilidade da vida de alguém é ser gasta em algo que pode sobreviver a ela, porque o valor de uma vida não é calculado pela sua duração, mas por sua doação; não importa quanto vivemos, mas sim, a integralidade e a qualidade de nossa vida. Embora saibamos que o tempo que temos é tão precioso, e como pode ser usado tão potencialmente; não há riqueza que dissipemos tão impensadamente. Se formos mais cuidadosos no uso meticuloso de nossos dias, aprenderemos a aproveitar no máximo cada oportunidade, e chegaremos à constatação que o que nos falta não é tempo, e sim sabedoria para usar melhor nosso tempo disponível. O que fazer para usar melhor nosso tempo? (Eclesiastes 3.1) Priorize. “Nunca deixe para amanhã o que se pode fazer hoje”. Visto a luz de uma época agitada, e sob pressão terrível, como a nossa, torna-se total- mente desinteressante assumirmos qualquer responsabilidade extra, tomar decisões? Não! Prefiro que outro o faça! Ou então, deixemos para amanhã este assunto! Evidente- mente com estas atitudes acabamos caindo nas armadilhas da procrastinação, a grande ladra do tempo, e uma das armas mais poderosas nas mãos do diabo, para defraudar o homem de sua herança eterna. Sua sutileza e poder jazem no fato de que corresponde perfeitamente bem às nossas aspirações naturas, e relutância nata, contra decisões im- portantes. A tomada de decisões e implementação delas sempre envolve considerável esforço moral. Contudo ao invés de tornar este esforço mais fácil, o passar do tempo e- xerce um efeito contrario: piora as coisas. Amanhã será mais difícil ainda tomar a decisão. Além disso, as circunstâncias podem ter mudado tanto que será demasiado tarde para que aquela decisão seja agora vantajosa. Não será mais fácil agarrar as oportunidades mais tarde. Agarre-a já.
Conclusão: Podemos considerar que o tempo é uma grande bênção de Deus, recebemos dele o suficiente para vivermos uma vida abundante, resta-nos agora sabermos “remir o tempo” e aproveitar no máximo as oportunidades. Contudo esse é um presente de Deus o qual ele espera que possamos usá-lo para anunciar o seu Reino, que ultrapassa os limites do mesmo. Nunca diga não tenho tempo, e sim preciso verificar o tempo disponível, em vista das prioridades.(extraído do livro Liderança Espiritual de J. Oswald Sanders)
Boletim nº53

Estudo sobre Adoração



Propósito deste estudo: Levar a igreja a uma reflexão séria acerca do assunto, e incentivar uma tomada de atitude, para que a mesma viva uma adoração genuína a Deus. O que se entende como adoração??? Definição e propósito da Adoração
“Adoração é a atividade de glorificar a Deus em sua presença com nossa voz e com nos- so coração.” (Wayne Gruden) Nessa definição podemos observar que adorar é um ato que glorifica a Deus. Apesar de se esperar que todos os aspectos de nossa vida glorifiquem a Deus, a definição especifica que adoração é algo que fazemos especialmente quando estamos na presença de Deus, quando estamos conscientes que cultuamos de coração e quando o louvamos com a voz e dele falamos para que outros o ouçam. (Cl. 3.16) Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração. Portanto, adorar é uma expressão direta do nosso principal propósito na vida de “glorificar a Deus e gozá-lo plena e eternamente” (Is. 43.7). Direi ao norte entegue-os! E ao sul: Não os retenhas. De longe tragam os meus filhos, e dos confins da terra as minhas filhas; todo o que é chamado pelo meu nome, a quem criei para minha gloria, a quem formei e fiz. Quando refletimos sobre isso, devemos lembrar que Deus é digno de adoração e de que nós não somos. (Ap. 22. 8-9) Eu, João, sou aquele que ouviu e viu estas coisas. Tendo-as ouvido e visto, caí aos pés do anjo que me mostrou tudo aquilo, para adorá-lo. Mas ele me disse: “Não faça isso! Sou servo como você e seus irmãos, os profetas, e como os que guardam as palavras deste livro. Adore a Deus!” É por essa razão que Deus é Zeloso de sua própria honra, a qual ele corretamente busca. Ele diz: “Eu sou o Senhor teu Deus, Deus zeloso” (Êx. 20.5) e “Minha glória, não dou a outrem” (Is. 48.11).
Porque Deus é digno de adoração e quer ser adorado, tudo em nossos cultos de adoração deve ser planejado e feito não para chamar a atenção para nós mesmo nem para trazer-nos glória, mas sim para chamar atenção para Deus e para levar as pessoas a pensarem a respeito dele. (Ap. 4. 11) 10 os vinte e quatro anciãos se prostram diante daquele que está assentado no trono e adoram aquele que vive para todo o sempre. Eles lançam as suas coroas diante do trono, e dizem: 11 “Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas”. Ou seja, muitas vezes nos questionamos a respeito de como vai ser lá no céu, como é que iremos viver lá? Eu não sei como vai ser, no entanto, alguns relatos bíblico de pessoas que tiveram visões e revelações, falam que os seres que lá vivem estão em continua adoração a Deus, daí pode se ter a ideia da importância da adoração e como isso faz diferença para em nosso relacionamento com Deus. A adoração genuína nos traz muitos benefícios e a igreja deve procurar adorar a Deus de uma forma verdadeira e intensa.
As consequências da adoração genuína
Alegramo-nos em Deus: (At. 2: 46-47; Lc. 24: 52-53; Ap.4: 8; Sl. 27: 4) Porque a presença de Deus nos alegra, traz-nos, paz ao coração, nos motiva e fortalece nossa fé.
 Aproxima-nos de Deus: (Hb. 9: 1-7; 10: 19-20; 12: 18-24; Tg.4:8; 2Cr. 5: 13-14; Sl. 22:3) Porque Deus habita em meio aos louvores, quando esses são entoados com vozes, palmas, instrumentos, mas  principalmente quando acrescentando com atitude de um coração grato e humildemente reverente a Deus. Deus alegra-se em nós: (Gn. 1: 31; Is. 62: 3-5; Sf. 3: 17) Desde o principio Deus se alegrou na sua criatura, porém a queda do homem afastou o homem Dele nos colocando numa situação de reprovação. No entanto quando nos arrependemos, e nos voltamos para Deus e o adoramos em espírito e verdade Ele se alegra em nós.
 Deus ministra a nós: (1Co. 14: 26; Cl. 3: 16; Ef. 5: 5:19; Hb. 10: 24-25; 4:16; 1Pe. 2: 5; 2Co.3: 18) Quando nos achegamos a Deus com o coração contrito e quebrantado Ele ministra a nós e nos restaura e nos edifica.
Os descrentes sabem que estão na presença de Deus: (1Co. 14: 23, 25; At. 2: 11) Quando Deus se manifesta no meio da igreja todos os presentes são tocados pelo quebrantar do seu Espírito e reconhecem sua condição de pecador. Os inimigos do Senhor fogem: (2Cr. 20: 21-22) O louvor genuíno quebra cadeias, liberta e faz com que as forças malignas fujam. Tamanho poder!
 Conclusão: (Jo.4: 23-24; Lc. 1: 46-47; Is. 6: 3; 1Jo. 4: 20; Mt. 5:8; 1Tm.2:8) “A adoração é uma atitude espiritual e precisa ser efetuada pelo poder do Espírito Santo em nós.” (Wayne Grudem)
 Para que o Espírito Santo atue em nossas vidas precisamos estar com nossos corações puros e disponíveis para a ação de Deus.
Boletim nº52

O camponês e o Guerreiro

“Há caminhos que ao ser humano parecem ser as melhores opções de vida, mas ao final conduzem à morte".(Pv 14: 12)
Conta-se que na China, na época em que vivia Confúcio, um camponês que morava à beira de uma estrada no alto da montanha no ducado de Lu teve, certa vez, um encontro inusitado. Ele estava trabalhando em sua roça quando avistou uma quadriga que se aproximava. Eram quatro cavalos do tipo que o camponês nunca tinha visto: fortes, altos, pelos liso e brilhante. A quadriga era conduzida por um forte guerreiro, que de pé sobre o carro de guerra controlava os cavalos. Chegando próximo ao camponês, o guerreiro parou a quadriga e perguntou-lhe: Qual é o caminho que leva ao reino de Chou? O camponês, ainda admirando a maravilha do carro e sua quadriga, ia começar a dizer que o guerreiro precisava fazer meia-volta, pois Chou ficava justamente na direção oposta àquela que ele estava andando. O guerreiro nem deixou o camponês falar e começou a elogiar seus cavalos: Estás vendo estes animais? Não existem no mundo cavalos iguais a estes, tão fortes, tão saudáveis, tão bem domados. Com eles posso andar três dias sem descanso. Posso colocar o peso que quiser em cima do carro que eles aguentam puxar. Nada consegue deter estes animais. E o camponês, olhando com atenção os animais de fato inigualáveis, ia dizendo que o guerreiro precisava tomar o caminho aposto, mas foi logo interrompido, estás vendo as rodas do meu carro? Feitas com a melhor madeira mais nobre e resistente que conheço.O entalhador de madeira que as fez levou anos para deixá- las assim tão perfeitas. Na verdade, com estas rodas em meu carro, não temo estrada alguma. Podem vir buracos, pedras, alagadiços, fendas ou inclinações: nada é capaz de quebrar ou enviesar estas rodas. O camponês observa que as rodas são realmente um primor. Entalhadas sem qualquer defeito. Redondas como que por natureza. E ia dizer que o guerreiro devia tomar a direção contrária, quando este começou a falar de seu carro. E observe meu carro de guerra: nele sinto-me preparado para qualquer batalha. É feito de tal madeira que estou sempre bem equilibrado, as peças são todas encaixadas perfeitamente e foi pensado em tudo: o lugar para amarrar as rédeas, para colocar minha provisão, para guardar a espada, o escudo, a lança. Não, aqui não falta nada. E observe a testada de madeira: feita para aguentar qualquer tranco no campo de batalha. O camponês olhou os detalhes e viu que nada ali estava fora do lugar. Realmente invejável. E quando ia dizer que o caminho a ser tomado era o oposto, o guerreiro despediu-se dizendo:- Não, quem tem uma quadriga e um carro assim, não teme nada. E tocou seus cavalos, saindo em disparada. E o camponês gritou em vão: - Mas Chou fica na direção contrária.
(Histórias para dinamizar Reunioes; Volney J. Berkenbrock; Ed. Vozes; 2a edição)
Boletim nº48

Desejando Deus.


Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre.(Sl 73: 25-26)

Deus não precisava criar o homem, mas nos criou para a sua própria glória! Quando ouvimos frases como estas, podemos chegar a duas conclusões: Ou Deus é um ser extremamente vaidoso; ou somos grandes privilegiados por tal fato. Se fizermos algumas investigações sérias na Palavra sobre o caráter de Deus e de Seus atributos e sobre a sua pessoa chegaremos à conclusão que Deus realmente não precisa de nós para nada. Ele é autossuficiente, é um ser independente, se autossatisfaz no seu relacionamento trinitário há um eterno e perfeito amor e comunhão entre os membros da Trindade. Constatando tudo isso nos surge a per- gunta: Então porque Deus nos criou? Porque o homem foi criado? E porque Deus criou tudo o que contemplamos? E qual nosso propósito de vida? Como já afirmamos na Bíblia destacamos várias passagens que nos ensinam que Deus não precisa de nós para nada como este texto de Isaías: “Quem guiou o Espírito do SENHOR, ou como seu conselheiro o ensinou? Com quem tomou ele conselho, que lhe desse entendimento, e lhe ensinasse o caminho do juízo, e lhe ensinasse conhecimento, e lhe mostrasse o caminho do entendimento? Eis que as nações são consideradas por ele como a gota de um balde, e como o pó miúdo das balanças; eis que ele levanta as ilhas como a uma coisa pequeníssima. Nem todo o Líbano basta para o fogo, nem os seus animais bastam para holocaustos. Todas as nações são como nada perante ele; ele as considera menos do que nada e como uma coisa vã.” (Isaías 40:13-17). Porém nós e o restante da criação o glorificamos e lhe damos alegria. Precisamos compreender que Deus não nos criou porque estava só e ou porque precisasse da comunhão de outras pessoas, ou por egoísmo, ou por vaidade. O fato é; Deus não precisava de nós por motivo nenhum. Contudo, Deus nos criou para a sua própria glória (Is 43:7; Ef 1:11,12), portanto devemos fazer tudo para a glória de Deus (Co 10:31). Essa constatação garante a relevância da nossa vida. Percebendo que Deus não precisava nos criar, e que não precisava de nós para nada, poderíamos concluir que nossa vida não tem a menor importância. Mas as Escrituras nos dizem que fomos criados para glorificar a Deus, indicando que somos importantes para o próprio Deus. Essa é a definição final da verdadeira importância ou relevância da nossa vida, ou seja, se somos de fato importantes para Deus por toda a eternidade, então que maior medida de importância ou relevância poderíamos querer? O fato de Deus ter nos criado para sua própria glória determina a resposta correta para pergunta: Qual o nosso propósito na vida? Nosso propósito deve ser cumprir a meta para que Deus nos criou: glorificá-lo. Quando falamos com respeito ao próprio Deus isso resume todo o nosso propósito de vida? Mas quando pensamos nos nossos próprios interesses, fazemos a feliz descoberta de que devemos nos alegrar em Deus e encontrar prazer no nosso relacionamento com ele. Portanto, a atitude normal do cristão é alegrar-se no Senhor e nas lições de vida que Ele nos dá. Dizem-nos a Escritura que, quando glorificamos e desfrutamos a Deus, ele se alegra conosco: “como o noivo se alegra da noiva, assim de ti se alegrará o teu Deus” (Is 62.5) em Sofonias lemos: “Se deleitará em ti com alegria; regozijar-se-á em ti com júbilo. Os que estão entristeci- dos por se acharem afastado das festas solenes, eu os congrega- rei” ( Sf 3.17-18). Com isso, constatamos e evidenciamos que viveremos mais e plenamente se desejarmos profundamente mais a Deus e com nossas vidas o glorificá-lo.
Pr. Aimoré Costa
Bibliografia: Grudem, Wayne Teologia Sistemática. Ed. Vida nova

6 de ago. de 2013

Quanto vale mais um dia?


“Caminhando Jesus e os seus discípulos, chegaram a um povoado onde certa mulher chamada Marta o recebeu em sua casa. Maria, sua irmã, ficou sentada aos pés do Senhor, ouvindo a sua palavra. Marta, porém, estava ocupada com muito serviço. E, aproximando-se dele, perguntou: "Senhor, não te importas que minha irmã tenha me deixado sozinha com o serviço? Dize-lhe que me ajude!" Respondeu o Senhor: "Marta! Marta! Você está preocupada e inquieta com muitas coisas; todavia apenas uma é necessária. Maria escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada".(Lc10:38-42) Quanto vale mais um dia? Foi a pergunta que me fiz durante toda esta semana tendo em vista as atividade do evento que realizamos o (Link) cujo tema central era questionar e se tivéssemos apenas 5 dias para viver; qual o valor de um único dia? Nestes seis dias somando com o dia de abertura deste evento foi surpreendido por Deus de diversas formas, tanto com o tempo ou clima destes dias, com as palavras proferidas pelos preletores, e mais ainda pelas as vidas transformadas durante este tempo. Confesso que demorou um pouco para que eu pudesse ver a ação de Deus nos pequenos detalhes; por que a minha expectativa era que algo de grandioso acontecesse, com centenas de pessoas enchendo a igreja, inclusive os membros da igreja, mas Deus resolveu agir de maneira diferente o que me fez lembrar do texto de 1 Reis 19:9-13 “Ali entrou numa caverna, onde passou a noite. E eis que lhe veio a palavra do Senhor, dizendo: Que fazes aqui, Elias? Respondeu ele: Tenho sido muito zeloso pelo  Senhor Deus dos exércitos; porque os filhos de Israel deixaram o teu pacto, derrubaram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada; e eu, somente eu, fiquei, e buscam a minha vida para ma tirarem. Ao que Deus lhe disse: Vem cá fora, e põe-te no monte perante o Senhor: E eis que o Senhor passou;  e um grande e forte vento fendia os montes e despedaçava as penhas diante do Senhor, porém o Senhor não estava no vento; e depois do vento um terremoto, porém o Senhor não estava no terremoto; e depois do terremoto um fogo, porém o Senhor não estava no fogo; e ainda depois do fogo uma voz mansa e delicada. E ao ouvi-la, Elias cobriu o rosto com a capa e, saindo, pôs-se à entrada da caverna. E eis que lhe veio uma voz, que dizia: Que fazes aqui, Elias?” Muitas vezes a nossa expectativa para ver o agir de Deus é que algo pirotécnico, assombroso aconteça e não percebemos que Deus esta falando de maneira mansa e  delicada dando-nos resposta para os nossos questionamentos. Aprendi um pouco mais de Deus nestes seis dias frios e chuvosos. Aprendi que não há lugar melhor para está, se não na Sua presença e ser impactado pela a sua Palavra, aprendi que podemos está tão preocupados ou ansiosos ao ponto de que podemos  está der repente, perdendo o melhor da festa, aprendi que não há o que me justifique quando negligencio a vontade de Deus para minha vida. Aprendi que optar por Jesus faz meu dia se encher de significado.  Já disse o salmista: “Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios”. (Salmos 84:10). Eis ai então a resposta  para a nossa pergunta; Quanto vale mais um dia?

Pr. Aimoré Costa

Ser cristão faz toda diferença.

Confesso que quando me perguntam se sou crente, tenho vergonha de dizer que sim. Minha vergonha não é a de dizer que creio em Jesus (nisso eu me orgulho!), mas sim de acharem que sou da turma deste evangelho da mentira que tem se espalhado por aí. Então, opto por dizer que creio em Deus, em Jesus, no que Ele fez por mim na cruz e que procuro viver conforme os seus ensinamentos. Ok, mas para viver conforme os ensinamentos de Jesus, preciso saber quais são eles, certo? E como saber se não estudo a Bíblia? Será que ter fé em Deus ou ir a igreja de vez em quando é suficiente? O que me faz ser um cristão de verdade? Antes de responder a estas perguntas, gostaria de desmistificar algumas coisas: ir a igreja todos os domingos (ou sábados), ser líder de uma comunidade ou ministério, dar o dízimo todo mês, tomar a Santa Ceia, subir uma escadaria de joelhos, amarrar uma fita com nome de um santo no pulso, deixar a Bíblia aberta no Salmo 91, usar saia ou cabelos compridos, ser batizado, dentre tantas outras coisas, não faz de ninguém um cristão! E não precisa ser um "expert" em Bíblia para saber disso, é só estudar os evangelhos que você descobre.  Aliás, se muitos cristãos resolvessem estudar a Palavra, buscando sabedoria em Deus, descobririam que muitas das coisas que lhes são ensinadas, não condizem em nada com o verdadeiro evangelho de Jesus. Ninguém se torna cristão por freqüentar uma igreja, dar o dízimo, tomar a ceia, ouvir música gospel ou ser líder de ministério. Todas essas coisas devem ser feitas como motivação e não como justificação da sua fé. Se você realmente crê em Jesus como seu Senhor e Salvador e deseja andar como Ele andou, automaticamente sente o desejo de fazer estas coisas, de aprender (e viver!) os Seus ensinamentos e de estar entre outros cristãos. Não por se achar santo e querer fazer parte do "clube" dos santos separados, mas sim para se fortalecer e aprender a viver neste mundo, dentro e fora das quatro paredes da igreja. Por crer em Jesus, você tem o desejo de ofertar, não por obrigação, mas por amor ao próximo. Se toma a Ceia, não é por medo ou para cumprir um ritual, mas sim para lembrar da morte e ressurreição de Cristo, como Ele mesmo nos ensinou. Se ouve música cristã, é porque sente o desejo de louvar a Deus. Se é líder dentro da igreja, é porque quer colocar seus dons a disposição do Senhor para que através deles, outras vidas sejam alcançadas, e não por causa de uma hierarquia. No corpo de Cristo ninguém está acima de ninguém. As pessoas não tem cargos, não tem títulos, mas sim dons e ministérios dados por Deus (e não por homens)!Percebe que ser cristão é consequência da sua fé? Percebe que o amor de Cristo nos constrange a tomar atitudes por amor e não para criar uma imagem ou manter as aparências? Ser cristão é ter um modo de vida, um modo de vida espelhada em Cristo! Isso é buscar viver em santidade. E como Jesus viveu? O que nos ensinou? Dentre muitas outras coisas, cito as seguintes: Ele levou as Boas Novas a mulher samaritana, mulher esta que já estava no seu sexto casamento. Jo 4:5-30 Ele esteve com a mulher adúltera, livrando-a do apedrejamento e julgamento dos fariseus. Jo 8: 3-11 Ele esteve com a prostituta, que lavou os seus pés com o seu melhor perfume. Mt 26: 6-13 Ele esteve com o ladrão na cruz, dizendo que naquele mesmo dia estaria com Ele no paraíso. Lc 23:39-43 Ele era chamado de comilão e beberrão, pois andava com publicanos e pecadores. Mt 11:19 E aí eu te pergunto, se você se diz cristão, estaria disposto a caminhar e levar as Boas Novas para uma prostituta, uma adúltera, um ladrão, um assassino ou um traficante de drogas? Creio que muitos cristãos diriam que não, por medo de serem "contaminados", de mancharem a sua imagem ou quem sabe de serem julgados. Lembrando que levar as Boas Novas, não significa somente sair por aí dizendo: "Jesus te ama! Ele morreu por você! Se não aceitar Jesus vai pro inferno!" Levar as Boas Novas, significa também tomar um café na padaria. Ou quem sabe um churrasco com amigos. Pode ser também uma ida ao shopping ou uma pizza... Faça amizades, crie oportunidades e deixe o Espírito Santo de Deus agir. Deixe o seu testemunho de vida falar, deixe as coisas acontecerem no tempo certo,  no tempo de Deus. Esteja disponível nas mãos Dele. Queridos, ser cristão de verdade é também estar com os não cristãos, reconhecendo que você é tão pecador quanto eles, e que Deus os ama da mesma forma! Se você ama a Deus acima de todas as coisas, deve amar o próximo como a si mesmo, seja ele quem for! "Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim para chamar justos, mas pecadores". Mc 2:17

(EXTRAÍDO)

20 de jul. de 2013

POR QUE SIM? POR QUE NÃO?


“A resposta correta está muitas vezes na pergunta certa!”
“Ele, de noite, procurou a Jesus e lhe disse: “Rabi, sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode fazer esses sinais que estás realizando, se Deus não estiver com ele.” Jesus respondeu-lhe, declarando: “Em verdade, em verdade te asseguro que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” (Jo 2:23 - 3:12). Muitas vezes somos pegos de surpresa, e até mesmo ficamos desconcertados, pela aquela criança que se aproxima de nós e desfere um bombardeio de perguntas. A surpresa é pela a curiosidade da criança e desconcertados (ou em maus-lençóis) é pelo tipo de pergunta, que não poucas vezes foge do comum entre crianças da mesma idade. É natural consideramos tais crianças como inteligentes ou no mínimo curiosas demais, entretanto acredito que elas são motivadas pela intenção de conhecer o mundo ao seu redor, de encontra respostas para as coisas que observam, que ouvem e realizam; querem entender o sentido do que estão vivendo, então, as perguntas são naturais e diretas. Nós adultos poderíamos às vezes aprender com estas crianças a fazer perguntas, pois acredito que na maioria das vezes não encontramos respostas para as nossas dificuldades porque não perguntamos. Quem sabe, com medo de nos expor, de sermos considerados ignorantes e fracos; ou até mesmo por não queremos receber uma resposta que não gostaríamos de ouvir. E se perguntamos, quase sempre nossas perguntas, não são, objetivas, naturais, sinceras e diretas. É evidente que todos nós temos dificuldades, pois vivemos num mundo decaído (1Jo 5:19), e que somos pecadores e nossos pecados trazem consequências ruins (1Jo 1:8; Nm 12:11). “Mas se quisermos encontrar soluções para as nossas dificuldades devemos fazer as perguntas certas; a nós mesmos e a Deus.”  Muitas vezes chegamos diante de Deus com subterfúgios, quando na verdade deveríamos nos apresentar diante dele com perguntas certas e sinceras. Isso demonstra a nossa falta de consciência a respeito do caráter e realidade de Deus. Deus sabe o que somos, o que pensamos, e o que necessitamos (Salmos 139) e tem a resposta certa para a nossa real dificuldade, Ele vai nos responder segundo o que realmente é o nosso problema. O que precisamos entender é que; “quando fazemos a pergunta errada não entendemos a resposta certa, vinda da parte Deus.” Por isso, é importante sabermos, que, mais do que fazer perguntas desnecessárias precisamos nos apresentar diante de Deus com a pergunta certa; e quem sabe já não encontraremos a resposta dentro de nós mesmos.

Pr. Aimoré Costa


QUERO VOAR.


Então, disse Jesus aos judeus que haviam crido nele: “Se permanecerdes na minha Palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (Jo 8:21,36)
Na minha infância eu ficava impressionado quando via papéis e sacos plásticos levantarem voo em bolsões de ar. Gostava de ficar admirando o voo destes objetos sendo levados pelo vento; a impressão que eu tinha é que eles estavam deitados, apenas curtindo a liberdade de voar; se deixando conduzir confiantes, desfrutando de um voo cada vez mais alto e panorâmico. O meu deseja naquela época era de poder voar assim como aqueles papéis e sacos plásticos; então, como isso não era possível eu saia correndo para ver como e aonde eles iriam aterrissar; e o mais impressionante de tudo; é que, por mais que o voo perecesse turbulento; pela falta de direção, a aterrissagem era sempre tranquila; parecia que o vento ia colocando tranquilamente cada objeto no chão com todo cuidado. E mais uma vez eu pensava! Como eu gostaria de voar assim! Voar assim, por causa da liberdade do voo, voar assim, por causa da visão panorâmica e privilegiada, voar assim, por causa da aterrissagem tranquila e segura. Hoje é claro já na idade adulta consigo entender a impossibilidade de sonhos com este, pois, por mais que existam várias formas de voos, não há nenhuma possibilidade de voar como a que eu sonhava quando criança, mas entendo que na vida precisamos de voos de liberdade. Voos estes que nos arrebatem e nos faça ter uma perspectiva panorâmica e privilegiada da vida, voos que nos permita cofiar que a direção que estamos seguindo é a certa e que o pouso ou aterrissagem, será segura e tranquila. Entendo que Jesus veio para nos promover este tipo de voo; “voo de liberdade absoluta”. Assim como o vento que arrebata os papéis e sacos plásticos do chão, Ele quer nos acolher e nos conduzir em liberdade pelo vento do Seu Espírito, fazendo-nos voar em liberdade, com a certeza de que no final do voo encontraremos pouso seguro. Entretanto, cabe a nós, assim como aqueles objetos, não oferecer nenhuma resistência. Muitas vezes não entendemos que a liberdade que Deus nos oferece não é o que nos aprisiona; e sim, a nossa falta de confiança nele, a nossa falta de compreensão da sua verdade e consequentemente falta de visão ampla, panorâmica e privilegiada a cerca de Deus e sua vontade. Queremos ser livres para “voar”, mas muitas vezes estamos ancorados, na desconfiança, no medo, na falta de fé. Somente deixando Deus nos alçar em “voos altos” poderemos enxergar o que esta depois do muro das nossas incertezas. Eu quero voar! E você, o que quer? 
Pr. Aimoré Costa



SENDO PLENOS DO ESPíRITO


“Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor. E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. (Ef 5:15-20)”
Precisamos está atentos para as mudanças que Deus quer realizar em nós, ou para as mudanças que já realizou e devemos andar de maneira coerente com estas mudanças. Alguém já afirmou: “Nada muda se você não mudar!” Há um fundo de verdade nesta afirmação talvez se não tomarmos consciência das mudanças necessárias nada de novo acontecerá em nossas vidas; talvez se não atentarmos para as mudanças que Deus realizara em nós também não andaremos de maneira coerente com tais mudanças e não perceberemos o novo; a novidade de vida. O apóstolo Paulo em Efésios 5:15 diz: “Portanto, estai atentos para o vosso procedimento não seja semelhante aos insensatos, mas andai em sabedoria...” Fazer reflexão sobre nosso procedimento é sinônimo de sabedoria o insensato não se atenta para estas coisas, não se preocupa com a sua conduta, entretanto o sábio pensa sobre cada passo a ser dado, pois nisso consistem as mudanças pelas quais tem passado, a saber, num procedimento obediente e coerente com vontade do Senhor. Tenho percebido as mudanças que Deus tem realizado em minha vida e na vida da igreja e me alegro, embora saiba que ainda temos muito que mudar! Creio que devemos andar de maneira consciente, lúcidos para entendermos diariamente “qual é a vontade do Senhor” para viver uma vida plena da ação do Espírito Santo em nós. Esse é um procedimento de lucides que deve ser constante. Por isso precisamos abandona toda e qualquer atividade ou atitude que nos faça perder a clareza, que nos embriaga, nos entorpece trazendo dissolução de maneira a nos afastar de um relacionamento pleno com Deus. Talvez não vivemos embriagados com o vinho e a advertência de Paulo seja algo distante de nós, mas podemos está embriagados com tantas outras coisas que tem nos levados a devassidão e ao entorpecimento de nossas mentes e “uma mente entorpecida realmente acredita no que imagina ver”. Precisamos estar lúcidos e lucides exige reflexão, pois alguém já disse: “A gente vê oque quer ver!” 
Pr. Aimoré Costa

VIVA A VIDA.



“Isaias 53”

É muito comum vermos nas campanhas publicitárias frases como esta “Viva a vida” ou “Viva Feliz” entre outras que nos sugerem uma vida sem igual a partir da conquista do produto oferecido. Estes produtos pode ser o carro do ano, uma residência em determinado condomínio, um apartamento bem localizado. O que me chama atenção nestas campanhas são as cenas na maioria das vezes compostas por famílias muito felizes, jovens felizes levando uma vida feliz, porque conquistaram tais produtos. A impressão que eu tenho quando vejo estas propagandas é que somente se vive verdadeiramente quando se adquiri estas mercadorias, ou seja, a partir do momento que você conquista estes produtos você terá uma família eternamente feliz, você será um jovem eternamente feliz; até que seja lançado o próximo produto no mercado; dai então a tua vida já não será mais a mesma. O preocupante disso tudo é que muitas vezes vivemos acreditando em tudo isso, afinal de contas, as imagens são bem convincentes. E por acharmos que tais conquistas jamais estarão perto de serem realizadas por nós, deixamos de viver ou perdemos o prazer em viver. A partir destas frustações nos sobrevêm todo tipo de males psicológicos e emocionais tão comuns em nosso século, tais como: depressão, síndrome das mais diversas e o tão famoso estresse. O que mais me choca é não percebemos que tudo isso não são suficientes para nos propiciar “Vida”. Somos enganados! E pior de tudo é que sequer damos conta disto. Disse Jesus: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundancia. Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.” (Jo 10: 10,11) Precisamos sair deste engano. A verdadeira vida não está em coisas, mas em Jesus Cristo! O mundo tenta desviar nossos olhos, nos oferecendo coisas para que realmente não venhamos enxergar isto. Por mais que tenhamos necessidade de coisas, nenhuma delas será suficiente para nos gerar a vida que Jesus proporciona a nós. Hoje é um grande dia para nós cristãos, é o dia em que comemoramos nossa vida verdadeira conquistada por Jesus na Cruz do Calvário, ela só não é verdadeira, como também é eterna. Jesus ressuscitou! Sua ressureição é a conquista da vida sobre a morte, para aqueles que Nele creem. Por isso, jubilem, alegrem-se, regozijem-se, celebrem a verdadeira vida em Cristo Jesus, até o dia da sua volta. “E eles ficaram com os olhos fixos no céu enquanto ele subia. De repente surgiram diante deles dois homens vestidos de branco, que lhes disseram: "Galileus, por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado ao céu, voltará da mesma forma como o viram subir". Atos 1:10-11” Por isso “Viva a Vida!” Jesus Voltará!
Pr. Aimoré costa

13 de mai. de 2013

Fotos do Culto no Dia das Mães.


Grupo de louvor.

Raquel, Adriana e Ana Paula cantam em homenagem as mães.

As crianças entregam lembranças para todas as mães presentes.


Entrega de um mimo para mãe mais Jovem.

Entrega de um mimo para mãe mais Idosa.

Orando pelas mães presentes.

Despedida do Irmão Eloi

Pastor Aimoré Costa
*Fotos de Jan Antonio Canuto

12 de mai. de 2013



“Dou graças a Deus, a quem desde os meus antepassados sirvo com uma consciência pura, de que sem cessar faço menção de ti em minhas súplicas de noite e de dia; e, recordando-me das tuas lágrimas, desejo muito ver-te, para me encher de gozo; trazendo à memória a fé não fingida que há em ti, a qual habitou primeiro em tua avó Loide, e em tua mãe Eunice e estou certo de que também habita em ti. (2 Timóteo 1:3-5)”

Hoje comemoramos o dia das mães, um dia especial pois lembramos de uma pessoa fundamental em nossas vidas, não há de se questionar a importância do papel da mãe na vida de um filho. Todos nós compreendemos que muito do que somos reflete os ensinos de nossos pais; as palavras brandas, mas não poucas vezes também duras nos educaram e formaram muito do nosso caráter. Acredito que em tempos em que se tentam desfigurar o ceio familiar, aquilo que Deus criou e que reflete o Seu caráter relacional precisa ser zelado. A Bíblia diversas vezes nos fala da importância da família, diz que os filhos são: “...herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade. (Salmos 127:3-4)” em Provérbios a Bíblia fala da importância das palavras de ensino dos pais e é necessário que os filhos se atentem: “Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes a prudência.(Pv 4:1)”. “Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe,”(Pv 1.8). Tudo isso ressalta o que é necessário para que um lar seja saudável, ou seja, pai e mãe que orientam seus filhos com palavra de sabedoria vinda da parte de Deus e filhos que tomam estas palavras e trazem para suas vidas com o objetivo de aprende-las e aplica-las. Por isso neste dia de comemoração tão especial em homenagem ao dia das mães, quero motivar a você mamãe a continuar ensinando seu filho no caminho do Senhor, para aquelas que ainda não são mães, mas que almejam, sonham em um dia ser; lembrem-se seus filhos irão ser muito daquilo que vocês transmitirem a eles. Portanto transmita graça, misericórdia, mas também palavras de exortação e de ensino no temor do Senhor.
Pr. Aimoré costa


22 de abr. de 2013

Persevere


A verdade é que o nosso adversário não tem compaixão! Quando satanás envia os seus servos, ele tem a intensão de nos afastar de Deus!Já os servos do Senhor Jesus,são conhecidos por falarem a Divina Palavra. Os que são enviados pelo maligno só declaram coisas vãs, que não tem poder para operar mudança alguma. Cremos pela palavra de Deus que todas as revelações vem do alto, creio também que nada está fora do controle de Deus.Masnão podemos subestimar nosso adversário, pois o mesmo está atuandono mundo tentando enganar os filhos de Deus. Maior é aquele que está em nós, pois quando recebemos a Jesus Cristo, também recebemos a promessa da vinda do Espírito Santo em nossos corações. Ao aceitarmos Jesus Cristo como salvador, ganhamos um novo nome no Reino dos Céus: Filhos de Deus. Quando o Senhor nos dá uma missão e a executamos, passamos a ser conhecidos por aquilo que fazemos. Paulo recebe sua missão de evangelizar grande parte dos reinos daquela época, executa sua missão em meio as perseguições e prisões. Em uma de suas cartas ele se encontrava preso e mesmo assim escreve a Timóteo, seu filho na fé, palavras de exortação, animo e perseverança. Nada poderá ser feito sem a presença de Jesus Cristo em nossas vidas, a dependência dele nos faz mais fortes para enfrentarmos as adversidades da vida. Cada problema que eu e você enfrentamos nos fortalece, reativa nossa fé e nos aproxima mais de Deus. O Espírito Santo nos dá todo animo necessário para transpormos as barreiras e só com Ele é que podemos entender e aprender mais e mais da vontade de Deus para a nossas vidas. Perseverança também foi a marca de Paulo, pois ele estava totalmente ligado a videira verdadeira que é Cristo, e por sua vez Paulo também orienta eu e você da mesma forma que orientou a Timóteo em sua carta, a permanecermos firmes contribuindo com nosso dever em proclamar o evangelho de Cristo. Animo, força e perseverança essa é a marca daquele que vencerá toda e qualquer dificuldade. Deus abençoe a todos e que tenham uma ótima semana em Cristo Jesus.

Seminarista: Adriano A. Gouvêa

18 de abr. de 2013

Família e Oração, Tudo a Ver.



Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim, a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei.” (Ez 22: 23-31)

Quando olhamos para o mundo atual verificamos que a situação das famílias é uma das crises constantes em qualquer parte do mundo. Isto acontece nos países que vivem a modernidade líquida em que o conceito de família se dissolveu e o importante é apenas o indivíduo. Muitas vezes, nessas sociedades, os filhos são problemas ao invés de serem aquilo que diz a Palavra, recompensa do Senhor. Estes, por sua vez, não obedecem aos pais e não os honram na velhice. Os pais não sabem cumprir seus papéis. Os relacionamentos não são duradouros e as pessoas são descartáveis.Em países em que a pobreza é enorme, os filhos são vendidos e são objetos de tudo quanto é exploração. Em alguns, são entregues a lideres religiosos para serem educados, mas na verdade são também explorados. Também neste caso, os pais não sabem cumprir seus papéis. Embora os relacionamentos sejam duradouros, muitas vezes só subsistem por causa da opressão social. Diversas mulheres são repudiadas sem qualquer motivo apenas para que seus esposos possam ter novas mulheres.No Brasil não é muito diferente a situação de crise. Basta vermos quantos conflitos entre pais e filhos existem e como o número de divórcio aumenta a cada ano. A violência domestica é uma realidade triste. Além disso, a família sofre ataques de diversos tipos, seja por meio de leis que tentam mudar sua configuração, ou dos meios de comunicação que tentam impor sua forma de pensar contrária à Palavra de Deus.Tudo isso deve ser encarado como realmente é, uma ação contra Deus, pois a família é um projeto Seu. Ele tem as respostas sobre as dificuldades do ser humano. Ele criou a família e tem a solução para a convivência. Nele encontramos os que precisamos. É com a oração que vencemos esta luta. É de joelhos que veremos as famílias de nosso país serem restauradas e impedidas de se desfazerem. Sem oração não há solução. Com oração, tudo é possível. Que nesses 100 dias você se comprometa com Deus não apenas a orar, mas a ser melhor membro de sua família e cumprir de forma correta o seu papel.


(João Marcos – Pastor, diretor executivo da Junta de Missões Mundiais.)

3 de abr. de 2013

Viva a vida!


“Isaias 53”

É muito comum vermos nas campanhas publicitárias frases como esta “Viva a vida” ou “Viva Feliz” entre outras que nos sugerem uma vida sem igual a partir da conquista do produto oferecido. Estes produtos pode ser o carro do ano, uma residência em determinado condomínio, um apartamento bem localizado.O que me chama atenção nestas campanhas são as cenas na maioria das vezes compostas por famílias muito felizes, jovens felizes levando uma vida feliz, porque conquistaram tais produtos. A impressão que eu tenho quando vejo estas propagandas é que somente se vive verdadeiramente quando se adquiri estas mercadorias, ou seja, a partir do momento que você conquista estes produtos você terá uma família eternamente feliz, você será um jovem eternamente feliz; até que seja lançado o próximo produto no mercado; dai então a tua vida já não será mais a mesma. O preocupante disso tudo é que muitas vezes vivemos acreditando em tudo isso, afinal de contas, as imagens são bem convincentes. E por acharmos que tais conquistas jamais estarão perto de serem realizadas por nós, deixamos de viver ou perdemos o prazer em viver. A partir destas frustações nos sobrevêm todo tipo de males psicológicos e emocionais tão comuns em nosso século, tais como: depressão, síndrome das mais diversas e o tão famoso estresse. O que mais me choca é não percebemos que tudo isso não são suficientes para nos propiciar “Vida”. Somos enganados! E pior de tudo é que sequer damos conta disto. Disse Jesus: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundancia. Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.” (Jo 10: 10,11) Precisamos sair deste engano. A verdadeira vida não está em coisas, mas em Jesus Cristo! O mundo tenta desviar nossos olhos, nos oferecendo coisas para que realmente não venhamos enxergar isto. Por mais que tenhamos necessidade de coisas, nenhuma delas será suficiente para nos gerar a vida que Jesus proporciona a nós. Hoje é um grande dia para nós cristãos, é o dia em que comemoramos nossa vida verdadeira conquistada por Jesus na Cruz do Calvário, ela só não é verdadeira, como também é eterna. Jesus ressuscitou! Sua ressureição é a conquista da vida sobre a morte, para aqueles que Nele creem. Por isso, jubilem, alegrem-se, regozijem-se, celebrem a verdadeira vida em Cristo Jesus, até o dia da sua volta. “E eles ficaram com os olhos fixos no céu enquanto ele subia. De repente surgiram diante deles dois homens vestidos de branco, que lhes disseram: "Galileus, por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado ao céu, voltará da mesma forma como o viram subir". Atos 1:10-11” Por isso “Viva a Vida!” Jesus Voltará!
Pr. Aimoré costa