I Coríntios 2:1-5
Vivemos em um mundo com carência de referenciais positivos e é neste contexto que somos desafiados a influenciar. Enquanto cristãos não fomos chamados para fazer adeptos de uma religião persuadindo pessoas através de argumentos bem elaborados, mas, a demonstrar a relevância do evangelho como a melhor alternativa para quem quer viver uma vida equilibrada e feliz. Se os princípios ensinados por Jesus não nos fazem melhores e mais felizes, discipularmos seria reproduzir nos outros os nossos fracassos pessoais. Se desejamos transformar a nossa sociedade através do evangelho devemos primeiro permitir que este evangelho nos transforme. Ainda que no processo de discipulado o ensino esteja envolvido não é ele que viabiliza a transformação, uma vez que o saber intelectual não promove o melhoramento do ser humano, se assim fosse não estaríamos presenciando inúmeras catástrofes humanas em tempos de tanto desenvolvimento cientifico. Não precisamos de instrutores ou treinadores de crentes, precisamos sim, de crentes que transpirem a vida de Cristo e exalem o seu perfume impregnando este mundo. Discipular e demonstrar que vale a pena seguir a Cristo, é inspirar outros com a minha vida estimulando-os a servir a servir a Cristo. A persuasão ou demonstração de conhecimento não constrange ninguém ao discipulado e sim a compreensão do sacrifício de Jesus Cristo. A convicção de que seus princípios mudariam vidas levou Jesus Cristo a não desistir de pregar mesmo sob o risco de ser morto, exemplo que foi seguido por seus discípulos. Paulo poderia ter lançado mão de recursos humanos, que não lhe faltavam, para convencer pessoas a seguirem a Jesus, mas, preferiu deixar-se usar pelo Espírito Santo. A experiência vivida por Paulo na estrada de Damasco desencadeou um processo de transformação que não poderia ser negado por ninguém e ele cria que o mesmo poderia acontecer com todos aqueles que cressem (Romanos 1:16) Vidas impactadas produzem impacto na sociedade. Nenhuma palavra é mais forte do que aquilo que comunicamos através de nossa vida. Vidas transformadas atraem pessoas. Quando pensamos na realidade da igreja enquanto grupo social não podemos deixar de vê-la como viabilizadora de relacionamentos que devem ser direcionados para mutua edificação por isso precisamos nutrir uma convivência edificante praticando um discipulado que não se restrinja ao ensino sistemático, mas que envolva transmissão de vida. Não esquecendo que só podemos dar o que temos. Nada nos estimula mais a mudarmos do que compreendermos que mesmo que não queiramos estamos influenciando pessoas que convivem conosco.Formal ou informalmente todos somos discipuladores. Busquemos viver de tal forma que Deus promova o crescimento da igreja naturalmente sempre alicerçados no amor de Cristo. (Efésios 4:15-16).
Pr. Osvaldo Moreira Filho
Vivemos em um mundo com carência de referenciais positivos e é neste contexto que somos desafiados a influenciar. Enquanto cristãos não fomos chamados para fazer adeptos de uma religião persuadindo pessoas através de argumentos bem elaborados, mas, a demonstrar a relevância do evangelho como a melhor alternativa para quem quer viver uma vida equilibrada e feliz. Se os princípios ensinados por Jesus não nos fazem melhores e mais felizes, discipularmos seria reproduzir nos outros os nossos fracassos pessoais. Se desejamos transformar a nossa sociedade através do evangelho devemos primeiro permitir que este evangelho nos transforme. Ainda que no processo de discipulado o ensino esteja envolvido não é ele que viabiliza a transformação, uma vez que o saber intelectual não promove o melhoramento do ser humano, se assim fosse não estaríamos presenciando inúmeras catástrofes humanas em tempos de tanto desenvolvimento cientifico. Não precisamos de instrutores ou treinadores de crentes, precisamos sim, de crentes que transpirem a vida de Cristo e exalem o seu perfume impregnando este mundo. Discipular e demonstrar que vale a pena seguir a Cristo, é inspirar outros com a minha vida estimulando-os a servir a servir a Cristo. A persuasão ou demonstração de conhecimento não constrange ninguém ao discipulado e sim a compreensão do sacrifício de Jesus Cristo. A convicção de que seus princípios mudariam vidas levou Jesus Cristo a não desistir de pregar mesmo sob o risco de ser morto, exemplo que foi seguido por seus discípulos. Paulo poderia ter lançado mão de recursos humanos, que não lhe faltavam, para convencer pessoas a seguirem a Jesus, mas, preferiu deixar-se usar pelo Espírito Santo. A experiência vivida por Paulo na estrada de Damasco desencadeou um processo de transformação que não poderia ser negado por ninguém e ele cria que o mesmo poderia acontecer com todos aqueles que cressem (Romanos 1:16) Vidas impactadas produzem impacto na sociedade. Nenhuma palavra é mais forte do que aquilo que comunicamos através de nossa vida. Vidas transformadas atraem pessoas. Quando pensamos na realidade da igreja enquanto grupo social não podemos deixar de vê-la como viabilizadora de relacionamentos que devem ser direcionados para mutua edificação por isso precisamos nutrir uma convivência edificante praticando um discipulado que não se restrinja ao ensino sistemático, mas que envolva transmissão de vida. Não esquecendo que só podemos dar o que temos. Nada nos estimula mais a mudarmos do que compreendermos que mesmo que não queiramos estamos influenciando pessoas que convivem conosco.Formal ou informalmente todos somos discipuladores. Busquemos viver de tal forma que Deus promova o crescimento da igreja naturalmente sempre alicerçados no amor de Cristo. (Efésios 4:15-16).
Pr. Osvaldo Moreira Filho
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